Nova chefia da Embrapa Cerrados toma posse
Na solenidade, Rollemberg destacou a importância do Cerrado no desenvolvimento da agropecuária do Brasil
Tomou posse na manhã desta quinta-feira (21/08) a nova chefia da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF), uma das unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Durante sua cerimônia de posse, o novo chefe-geral da unidade, José Robson Bezerra Sereno, destacou como algumas das metas da Embrapa Cerrados a superação de desafios que se apresentam no cenário nacional e internacional, como a conservação da biodiversidade, o combate ao aquecimento global, a dependência de insumos importados e o aumento dos custos dos alimentos.
A solenidade também contou com a presença do deputado federal e membro do Conselho Assessor Externo (CAE) Rodrigo Rollemberg; do diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana; dos diretores José Geraldo Eugênio de França e Tatiana Deane de Abreu Sá; do secretário para inclusão social do Ministério da Ciência e Tecnologia, Joe Vale; do presidente da Emater-DF, Carlos Magno; e representantes de instituições de ensino e do setor produtivo.
Durante seu pronunciamento na solenidade, Rodrigo Rollemberg ressaltou a importância da região do Cerrado no desenvolvimento da agropecuária brasileira. “A Embrapa Cerrados cumpre um papel muito importante no momento em que temos grandes desafios e, ao mesmo tempo, grandes oportunidades para a agricultura brasileira. Refiro-me, por exemplo, aos insumos agrícolas, à utilização sustentável da biodiversidade presente no cerrado, à agroenergia e aos alimentos funcionais”, destacou Rollemberg.
Mais tarde, na Câmara dos Deputados, Rollemberg aproveitou seu espaço no plenário da Casa para discursar a favor da Embrapa e da conservação e defesa do cerrado. “Sem dúvida, a agroenergia é uma grande vertente da Embrapa Cerrados, sobretudo na pesquisa de novas oleaginosas e da cana-de-açúcar para produção de etanol, sempre com o viés de garantir o desenvolvimento sustentável”, ressaltou.
Rollemberg ainda fez um apelo aos parlamentares para que seja incluída na pauta de votações do Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição, de autoria do deputado Pedro Wilson (PT-GO), que torna o Cerrado e a Caatinga patrimônio nacional. “Não podemos perder essa chance. As gerações futuras não perdoarão o Congresso Nacional se, diante dessa oportunidade, nós não fizermos essa correção na Constituição de 1988, que reconheceu vários biomas, mas não considerou o Cerrado e a Caatinga, biomas essenciais para a biodiversidade brasileira, patrimônios nacionais”, lembrou Rollemberg.
Da Ascom do deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) - 22/08/2008
