*/ Senador de Bras?lia:DF vive sensação de abandono
 
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Atualizado em :09/04/2012
DF vive sensação de abandono
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do Orador.) – Srª Presidenta Senadora Ana Amélia, Srs. Senadores, Srªs Senadoras, quero registrar inicialmente, Srª Presidenta, que imaginava subir, no mês de abril de 2012, mês que Brasília comemora 52 anos, para tratar de outro tema, para tratar de avanços obtidos no Distrito Federal, pelo Governo do Distrito Federal, com apoio da sociedade do DF mas, infelizmente, subo esta tribuna muito a contragosto na tarde de hoje para registrar o sentimento majoritário, o sentimento quase unânime da população de Brasília com o que vem acontecendo com a nossa cidade. Uma imagem de tristeza, de decepção e de indignação com tudo o que vem acontecendo com a nossa cidade.

Espero que todas essas questões sejam reversíveis, porque a degradação da qualidade de vida no Distrito Federal atingiu tal monta que penso se ainda teremos condições de reverter essa situação. Estamos vivendo no Distrito Federal uma sensação de abandono. Qualquer olhar que possamos fazer para o Distrito Federal, para qualquer área, vamos encontrar uma situação que beira a tragédia.

Na segunda-feira da semana passada, realizei uma audiência pública, em um ciclo de debates que estamos fazendo sobre o Distrito Federal e o Entorno, sobre a área de segurança pública. Naquela ocasião, o representante da Secretaria de Segurança Pública trouxe dados oficiais que mostram a violência no Distrito Federal em 2011, em comparação com 2010.

Quero lembrar que 2010 foi o ano mais difícil da história política do Distrito Federal – tivemos quatro governadores no período de um ano. E, ainda assim, Srª Presidenta, Srªs e Srs. Senadores, dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal mostra que tivemos um aumento de 13% no número de homicídios, em relação a 2010; de 26% em relação aos estupros; e de 33% no que se refere ao tráfico de drogas. Houve 722 homicídios ao longo do ano de 2011. Mas o que é mais trágico, mais preocupante, assustador, é que tudo indica que, em 2012, vamos superar os números vergonhosos de 2011, porque, apenas no mês de março, nós tivemos, no Distrito Federal, 88 homicídios. É um cenário de guerra, um cenário de guerra civil.

E o que é mais grave, Srª Presidente, Srªs e Srs. Senadores, é que nós não estamos vendo, por parte do Governo do Distrito Federal, nenhuma ação que possa indicar o enfrentamento dessa situação, a superação dessa situação. Em plena crise, em vez de o Governador reunir uma equipe de crise – seus principais secretários, seus principais assessores –, convocar a bancada, convocar quem entender importante para resolver o problema, o Governador, simplesmente, viajou.

Mas a situação não é chocante apenas no âmbito da Segurança Pública. Na semana passada, recebi no meu gabinete diversos servidores do Ministério da Agricultura preocupados com os constantes assaltos à mão armada, roubos de todo tipo, no estacionamento do Ministério, aqui na Esplanada. Informações de todos dão conta de que temos cracolândias hoje espalhadas por todo o Distrito Federal. 

É uma situação de completo abandono.

Na semana passada, o Senador Aloysio chegou e comentou comigo que na quadra dele uma pessoa tinha sido assassinada; agora, foi na 413 norte. Ou seja, a violência está em toda a parte, está em todos os lugares. E nós não estamos vendo, infelizmente, nenhuma ação no sentido de combater isso. Não é só, Senador Cristovam, estamos há trinta dias com a greve dos professores.

Na semana passada, preocupado, eu buscava me colocar à disposição para tentar encontrar uma solução tanto para a greve dos professores como para o movimento "operação tartaruga” da Polícia Militar, colocando-me à disposição do Governo do Distrito Federal. Liguei mais de uma vez para o secretário de negociação, o secretário de administração do GDF e, pasmem, as reuniões que tinham sido marcadas pelo Governo com a categoria foram adiadas para esta semana, como se mais três, quatro, cinco dias não fizessem a menor diferença.

Segundo informações do Sindicato dos Professores, os professores estão em greve porque o Governo assinou um acordo no ano passado, diga-se de passagem, o secretário de administração à época, hoje secretário de educação, em que entre outras coisas se compromete a duas coisas: até setembro do ano de 2011, apresentar uma proposta de plano de carreira para os professores, escalonado para março de 2012, 2013 e 2014, e um plano de saúde. Nada disso foi apresentado.

A SRª PRESIDENTE (Ana Amélia. Bloco/PP – RS) – Senador, desculpe interrompê-lo, mas quero informar a presença neste plenário de alunos e professores do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Classe 5 do Paranoá, aqui do Distrito Federal. São os seus futuros eleitores, seus amigos. Eu o interrompi porque V. Exª estava abordando exatamente o assunto do ensino aqui no Distrito Federal.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – É com muito gosto, Srª Presidenta, que recebemos aqui os alunos e os professores da escola do Paranoá. Quero registrar também a falta de iniciativa para tentar resolver um problema que há trinta dias afeta milhares de crianças no Distrito Federal. Pais que não têm como deixar essas crianças. E o que a gente percebe é a falta de iniciativa.

Registro que a bancada do Distrito Federal, por várias vezes, e falo como coordenador da bancada do Distrito Federal, se colocou à disposição do Governador do Distrito Federal para buscar intermediar um acordo, abrir o diálogo com essas categorias. E, pasmem, um ano e quatro meses depois de iniciado o Governo, o Governador do Distrito Federal não convocou uma única vez a bancada do Distrito Federal para colaborar com o que for possível, com o que estiver ao alcance da nossa bancada.

Mas quero mostrar aqui, Srªs e Srs. Senadores, poderia ser só, mas, infelizmente, não é só. Quero que prestem atenção nestas três fotos publicadas na sexta-feira, na capa do Caderno de Cidades, do Correio Braziliense, e quero aqui, também, chamar a responsabilidade da União, não apenas do Distrito Federal. Essas invasões aqui estão na área de proteção ambiental do Descoberto e na floresta nacional, que é uma unidade de conservação administrada pelo Governo Federal, pelo ICMBio, e pasmem, isso aqui está numa área de proteção ambiental que é responsável por 70% do abastecimento da água do Distrito Federal.

Quero registrar, aqui, o meu apoio à reivindicação dos trabalhadores rurais, para que tenhamos uma proposta de assentamento dos trabalhadores rurais, mas não podemos concordar que o Governo do Distrito Federal permita a invasão de uma área de preservação ambiental responsável pelo abastecimento de 70% da água que abastece a população do Distrito Federal.

Mas, Senador Cristovam, quero registrar ainda, se V. Exª perguntar a qualquer empresário das diversas administrações regionais do Distrito Federal vai encontrar que todos têm a maior dificuldade: se a pessoa quiser conseguir construir um prédio hoje tem uma dificuldade enorme de conseguir um alvará, uma licença numa administração regional, os empresários não legalizam o seu empreendimento porque não conseguem alvará para funcionar. 

Sou testemunha, V; Exª é testemunha do compromisso do Governador Agnelo de que só iria indicar administradores regionais residentes nas cidades. E quero registrar sou autor de uma proposta de emenda à Constituição que garante a eleição direta de administradores regionais. Estou cada vez mais convencido de que independente do que podemos mudar na forma dessas administrações que devemos ter administradores eleitos e não indicados. Pois bem, estou com a relação aqui de 30, de 30 administradores das diversas regiões administrativas, e 13, sequer, moram nas cidades que administram. Como é que vão ter condições de conhecer os problemas das cidades? 

Isso é um desrespeito aos moradores dessas cidades, cidades antigas, cidades com população expressiva, com quadros capazes de administrar as cidades. E, no entanto, das 30 regiões administrativas, 13 são administradas por pessoas que não moram na cidade. 

Quero registrar, também, que até a primeira semana de dezembro, do ano passado, o Governo do Distrito Federal ficou inadimplente. Tentamos, por várias vezes, na condição de Coordenador da Bancada, conseguir recursos para o Distrito Federal. Só foram resolver isso no final do ano... E, repito: várias vezes! Várias vezes, pessoalmente, entrei em contato com o Governador Agnelo, solicitei (sugeri), na oportunidade, que ele convocasse a bancada e colocasse as dificuldades do Distrito Federal e do Governo do Distrito Federal e o que precisava da bancada que tinha o intuito de ajudar. 

Estou aqui no intuito de querer ajudar minha cidade! Agora, estou me sentindo até impotente para ajudar, porque, em todas as vezes que oferecemos ajuda, não fomos atendidos. Eu não consigo entender o que pode ter passado na cabeça do Governador Agnelo para ter se isolado como se isolou, depois de uma campanha que fizemos todos juntos. Já na transição, podendo buscar a contribuição do Senador Cristovam na área de educação, nossa contribuição em outros setores nos quais tivemos experiência no GDF e no próprio Governo Federal. 

Mas não!... Agnelo, depois da eleição, resolveu trocar os aliados. E, hoje, aqueles que foram adversários anteriormente passaram a ter muito mais espaço, não sei por que motivo, no governo do que os aliados históricos.

Ouço o Senador Cristovam Buarque. 

O Sr. Cristovam Buarque (Bloco/PDT – DF) – Senador Rodrigo Rollemberg, apenas para me solidarizar com sua preocupação com o Distrito Federal. Quero dizer que eu também tenho a mesma sensação: a de que estamos com desgoverno no Distrito Federal, da mesma maneira como estivemos em 2010, e que o atual Governo não se diferencia dos anteriores. Nós temos um Governo de propagandas... Tudo o que o senhor está dizendo, se alguém ligar a televisão e passar a propaganda do Governo achará que o senhor está falseando a verdade. Quem olha a propaganda parece que nós estamos em um paraíso em segurança, saúde e educação. E nós sabemos que não é verdade a propaganda... Mas este é um Governo de propaganda. É um Governo também de escândalos! Ninguém imaginava que, depois de tudo o que nós passamos, Senadora Ana Amélia, em 2010, que, em 2011 e 2012, nós iríamos continuar com o mesmo esquema de escândalos envolvendo o Governador. E, terceiro, o que caracteriza 

Terceiro, o que caracteriza este Governo, além de propaganda e escândalo, é a obra de um estádio de futebol, não tem mais nada para mostrar. O Senhor, assim como eu, fomos às ruas para pedir votos para o Governador Agnelo. Fico feliz de ouvir sua autocrítica, assim como minha autocrítica. Nós oferecíamos ao povo um novo caminho. Que novo caminho é esse? De escândalo, propaganda e uma obra? 

Não é um novo caminho, é um caminho velho, de certa maneira menos competente do que a gente via no passado. O que está acontecendo com a educação é uma vergonha completa, é um abandono das coisas. O Governador prometeu um programa de erradicação do analfabetismo, prometeu – eu exigi – que na Copa do Mundo, na frente do aeroporto de Brasília haveria uma placa dizendo a quem aqui chegasse: você está entrando num território livre do analfabetismo. Não se vê. Prometeu quatro cidades com horário integral ao longo de seus quatro anos e ninguém fala nisso. Prometeu que não haveria escândalos, e hoje é só o que temos. 

Hoje, vemos o descontentamento geral dos servidores da educação e da polícia e o Governador diz que não tem condições de atender. Mas ele assinou um documento dizendo que ia atender a essas reivindicações que aparecem agora, mas não são reivindicações novas. Ou ele mentiu quando disse que ia atender, prometendo para ganhar votos, ou ele está descumprindo agora. 

Precisa escolher se não cumpre o compromisso ou é incompetente, não sabia o que assinava. Com os PMs a mesma coisa. Temos uma greve dos professores e um estado de quase greve da Polícia Militar. Tudo isso faz com que estejamos aqui preocupados. Só queria não aceitar a ideia da pergunta se ainda temos condições de reverter tudo isso. Eu também me faço essa pergunta, mas não quero mantê-la. 

Acho que a gente não deve deixar essa ideia de que não temos condições de revertê-la. O Distrito Federal tem, pode ser que o Governo atual não tenha, mas o Governo atual vai passar, como os outros. Nós temos que trabalhar para que o próximo, se é que o povo ainda vai acreditar em algum, não seja como os anteriores e muito menos como o que está aí, que prometeu e não cumpriu, que prometeu um caminho novo e está num caminho velho, esburacado, com o seu Governo emperrado, destruindo Brasília. 

O Senador Aloysio falou que houve um assassinato na quadra onde ele mora. Este último fim de semana foi na minha, Senador, numa entrequadra ao lado de onde moro, onde um senhor jovem, trinta e poucos anos, foi assassinado por bandidos que passaram ali e, fugindo, deram um tiro nele. 

Ele nada tinha a ver com nada, com nada, com nada! Ao lado do seu filhinho, de quatro ou cinco meses, e da sua esposa, ele foi assassinado. Esse é um quadro que não é o que esperávamos que fosse acontecer. Para concluir, estou de acordo: o mais grave é que a gente não vê o Governador se mobilizando. Eu soube que ele passou o fim de semana longo da Semana Santa fora do Brasil. O que a gente vê é que não convida as lideranças da cidade para discutir um plano de salvação da cidade. Nós vamos ter de ter um plano para salvar esta cidade. Talvez o seu discurso seja um dos pontos iniciais para levarmos isso adiante.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB - DF) – Muito obrigado, Senador...

A SRª PRESIDENTE (Ana Amélia. Bloco/PP - RS) – Apenas para completar, o Senador Cristovam se refere a um funcionário de carreira do Banco Central do Brasil, assassinado friamente, na sexta-feira, na Asa Norte. Ele tinha 31 anos e completaria 32 anos no domingo. Ele era pernambucano. Ele foi enterrado, com a tristeza da família, em Pernambuco, no próprio domingo. Apenas para complementar a informação do Senador Cristovam a respeito dessa trágica morte. O Presidente Alexandre Tombini enviou, de próprio punho, uma mensagem à família da vítima.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB - DF) – Muito obrigado, Senador Cristovam. Muito obrigado, Senadora Ana Amélia. 
O que me move é um profundo sentimento de amor por esta cidade.

O Sr. Anibal Diniz (Bloco/PT - AC) – Senador Rollemberg.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB - DF) – Senador Anibal.

O Sr. Anibal Diniz (Bloco/PT - AC) – Estou ouvindo, com bastante atenção, o pronunciamento de V. Exª. Quando aborda a questão da violência aqui, em Brasília, realmente, isso é algo que assusta a todos e causa certa perplexidade, por se tratar da capital de todos os brasileiros, onde está a concentração do Governo Federal e do Governo do Distrito Federal. Então, temos duas capitais numa capital: a capital da República e a capital do Distrito Federal. Compreendo que o pronunciamento que V. Exª faz nesta tarde merece uma atenção especial do GDF e, ao mesmo tempo, também cabe uma reflexão aqui entre nós, porque, onde as lideranças não se entendem, o risco de haver um desgoverno é muito grande. Eu estou ouvindo de V. Exª e também do Senador Cristovam Buarque que não há uma conversa, um entendimento entre a equipe do Governo do Distrito Federal e os dois Senadores e a bancada federal.

Isso eu acho bastante preocupante, porque acredito que tem de haver uma ação também da parte Bancada Federal do Distrito Federal no sentido de chegar a esse entendimento, porque, senão, parece que a responsabilidade está concentrada. Sei que o Governador Agnelo é um Governador do meu Partido, do Partido dos Trabalhadores, e a gente tem procurado sempre externar solidariedade no sentido de transferência de experiência, seja na área de segurança, seja na área da educação, onde...

(Interrupção do som.)

O Sr. Aníbal Diniz (Bloco/PT – AC) – ... a gente pôde conseguir avanços significativos no Governo do Acre. A gente faz questão, na medida do possível, de partilhar essas experiências. Uma das coisas que me assustam mais quando se trata de um Governo que foi instituído com o objetivo de promover uma mudança é quando as lideranças signatárias do mesmo projeto começam a falar outra linguagem. Acho que aí temos um ponto extremamente preocupante, porque, querendo ou não, vocês pediram votos para o Governo Agnelo, e o Governador Agnelo pediu votos para vocês. Então, foi uma junção de esforços que resultou na constituição das lideranças do Governo do Distrito Federal. Acredito que é chegado o momento de juntar esforços para buscar o entendimento para fazer a coisa avançar, porque, realmente, não podemos simplesmente assistir a que as coisas estejam acontecendo nesses termos e não haja uma tomada de posição. V. Exª dá o primeiro passo ao fazer este pronunciamento, e imagino que o passo seguinte seja a busca de entendimento para que alguma coisa seja feita também da parte do Governo do Distrito Federal.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Senador Anibal, V. Exª sabe o respeito que tenho por V. Exª. Quero registrar que sempre estarei aberto ao diálogo em benefício do Distrito Federal. Registrei aqui que, por várias vezes, coloquei-me à disposição. Talvez, agora, da tribuna do Senado, eu seja ouvido. 

Quero registrar que o que me move é um profundo sentimento de amor por esta cidade. Tudo que eu tenho na minha vida, que eu construí na minha vida eu devo a Brasília e jamais me recusarei a ajudar a cidade. 

Também quero registrar que amigo é aquele que fala a verdade. Estou aqui como representante da população do Distrito Federal expressando o sentimento da população do Distrito Federal, que hoje é um misto de indignação, de vergonha, de tristeza com tudo que vem acontecendo com o Distrito Federal.

(Interrupção do som.)

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Apenas para concluir, Srª Presidente. (Fora do microfone.)
Quero registrar, de público, que, mais uma vez, na condição de coordenador da Bancada do Distrito Federal, coloco a Bancada do Distrito Federal completamente à disposição do Governador para buscar intermediar, junto aos movimentos sociais, alternativas para esta crise.
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