*/ Senador de Bras?lia:O legado de Juscelino Kubitschek - aniversário de JK (111 anos)
 
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Atualizado em :12/09/2013
O legado de Juscelino Kubitschek - aniversário de JK (111 anos)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB – DF. Como Líder. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Parlamentares, eu não poderia deixar, Senador Casildo Maldaner, de subir a esta tribuna hoje para lembrar o aniversário do nosso querido e saudoso Juscelino Kubitscheck, que faria hoje, no dia 12 de setembro, se vivo fosse, 111 anos.

Juscelino Kubitscheck foi o político mais completo da história brasileira; um grande estadista, que soube fazer a política exercendo, mesmo nos momentos mais difíceis, o diálogo como prática quotidiana, sendo extremamente generoso, extremamente compreensível, mas, mais do que isso, um Presidente que soube pensar grande, que soube pensar longe e que soube deixar a sua marca para sempre na história brasileira.
 
Brasília, considerada poucos anos depois Patrimônio Cultural da Humanidade, é, sem dúvida nenhuma, a obra mais importante, a obra mais vistosa, a obra mais reconhecida desse grande brasileiro, desse grande empreendedor que foi Juscelino Kubitscheck.
 
Vocês imaginem o que significou construir uma cidade como Brasília, construir uma capital como Brasília, em pouco mais de 3 anos, com as condições que tínhamos naquela época: com as condições das estradas, com pouquíssimas estradas, onde os carros trafegavam com muita dificuldade e sem um sistema de telecomunicações moderno como temos hoje.
 
Mas Juscelino foi capaz, compreendendo o espírito do povo brasileiro, incorporando o espírito empreendedor do povo brasileiro – e, naquele momento, catalisava toda a energia para a construção de um novo País, de um País que almejava se colocar entre os mais importantes do mundo – de unir o Brasil e reunir brasileiros de todos os rincões nesta grande epopeia que significou a construção de Brasília.
 
Neste momento, queremos reverenciar a sua memória, queremos reverenciar a sua trajetória, queremos reverenciar a sua personalidade de homem público que, até hoje, serve de exemplo para todos nós. 
 
Juscelino soube, Senador Pedro Taques, compreender a importância de termos um sistema viário, neste País, que permitisse que, a partir de Brasília, nós voltássemos o nossos olhos para o interior. Imagine o que significou para Estados como Goiás, como Mato Grosso, como Mato Grosso do Sul, como o Pará, como o Amazonas. Imagine o que significou para toda a Região Norte, para Rondônia, a colaboração de Juscelino Kubitschek. 
 
Ele sabia que Brasília teria o papel fundamental de ser vanguarda de um novo modelo de desenvolvimento, de ser vanguarda de um novo momento de interiorização do País. Até aquele momento, o desenvolvimento brasileiro se concentrava, basicamente, no litoral. Foi a partir de ações empreendidas por esse grande estadista que o Brasil foi ocupado por inteiro. 
 
Juscelino Kubitschek, como grande liderança política deste País, tinha a característica que têm os grandes líderes de reunir em torno de si grandes talentos, os melhores talentos. Foi assim que ele reuniu personalidades como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro, Bernardo Sayão, Athos Bulcão, Burle Marx, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, grandes brasileiros que sonhavam construir um Brasil diferente, um Brasil moderno, um Brasil igualitário, um Brasil generoso. Essa capacidade só os lideres tem: a de reunir talentos tão diversos, em áreas tão diversas, que permitissem a construção de um novo País. Essa construção permitiu, inclusive, um grande momento para a auto-estima da população brasileira.
 
Ouço, com muita alegria, o Senador Valdir Raupp, do Estado de Rondônia.
 
O Sr. Valdir Raupp (Bloco Maioria/PMDB - RO) – É apenas para parabenizá-lo, nobre Senador Rodrigo Rollemberg, pela lembrança do aniversário de Juscelino Kubitschek, esse grande brasileiro. É claro que 
 
É claro que, naquela época, não existia uma legislação tão rígida, tão dura como existe hoje para se construir uma estrada, uma ponte ou até mesmo uma cidade, como Brasília. Até existe uma brincadeira que diz assim: se naquela época existissem as leis que existem hoje, Juscelino não construiria Brasília, mas, mesmo assim, acho que ele foi, sem dúvida, um homem muito arrojado, muito determinado e jamais, mesmo nos tempos atuais, se não tivesse a garra que ele teve, não faria o que ele fez. Quando eu falei ali da mesa – e estava conversando com o Presidente Casildo – de Rondônia é porque eu conheço a história. Na época do Governo Juscelino, ele se reuniu com a sua equipe de ministros e engenheiros e perguntou quanto tempo demoraria para construir a BR-364, de Cuiabá a Porto Velho, que dá mais de 1.500km.
 
Olha, mais de 1.500km de abertura de estrada. Só tinha a linha de telégrafo ainda construída pelo Marechal Cândido Rondon. Aí ele perguntou se daria para fazer em um ano – já estava próximo do final do governo dele –; aí o engenheiro responsável disse assim: "Olha, Presidente, dá, mas isso aí é para cabra macho.” Ele disse assim: "Então, nós vamos fazer.” E ele mandou fazer o projeto, contratou 12 empresas de grande porte e colocou-as para abrir, é lógico que não foi asfalto, mas construindo as pontes, fazendo drenagens, muitas áreas com terrenos alagados.
 
O fato é que ele conseguiu inaugurar a abertura, o encascalhamento, a implantação – vamos dizer assim – da BR-364, de Cuiabá a Porto Velho, Presidente Casildo, em apenas um ano. E, hoje, Senador Rodrigo, nós estamos lutando há nove anos, há nove anos, para conseguir uma licença ambiental para restaurar – não é implantar, não; ela já implantada e asfaltada – a BR-319, de Porto Velho a Manaus, que são 800km. Eu já passei de carro por lá quando tinha asfalto. Em 1981, eu fui de Fiat Uno de Rondônia a Manaus com um amigo, dormimos lá e voltamos no outro dia.
 
Há muitos anos que não passa mais nada, carro nenhum, nem trator passa naquela rodovia, e o que nós queremos, todas as autoridades do Amazonas, de Rondônia e de grande parte do Brasil, é uma licença para que o Dnit possa contratar a restauração de um trecho de 400km no meio. Existem 200km asfaltados e conservados até Humaitá; um pouco à frente, existem mais 200km e a ponte já pronta do rio Negro de lá para cá; então existe o chamado trecho do meio de 400km, Presidente Casildo.
 
O fato é que nós não estamos conseguindo, de maneira nenhuma, a licença ambiental para reimplantar ou restaurar essa estrada que já foi construída, foi asfaltada no passado. Então, imaginem a dificuldade que nós temos neste momento, hoje, com todas as tecnologias, inclusive para construir estrada parque. Eles querem que seja feita uma estrada parque com passarela aérea para os animais, com túneis para os animais que passam por baixo, então seria uma estrada parque, mas, mesmo assim, a dificuldade é muito grande. Então, eu tenho que reconhecer que nós temos que reverenciar sempre a coragem e a determinação de um homem, de um brasileiro como Juscelino Kubitschek. Parabéns a V. Exª.
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – Muito obrigado, Senador Valdir Raupp.

(Soa a campainha.)
 
O SR. PRESIDENTE (Casildo Maldaner . Bloco Maioria/PMDB - SC) – Se me permitir, Senador Rodrigo Rollemberg.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – Pois não.
 
O SR. PRESIDENTE (Casildo Maldaner . Bloco Maioria/PMDB - SC) – Eu sei que o Senador Valdir Raupp está pedindo "volta Juscelino”, no bom sentido. 
 
Mas… Vou fazer um registro dos alunos do curso de Direito da faculdade Unifafibe, de Bebedouro, São Paulo, que estão nas galerias aqui do Senado. A Mesa cumprimenta vocês que estão aqui visitando o Senado Federal. São universitários de Direito de Bebedouro, São Paulo.
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – Obrigado. Alegria poder recebê-los aqui.
 
Estou vendo que o Senador Cristovam Buarque também gostaria de fazer um aparte. Agradeço o aparte do Senador Valdir Raupp.
Mas, apenas para lembrar da generosidade do Presidente Juscelino Kubitschek, que não conseguia guardar mágoas. Era uma pessoa que se relacionava com seus adversários. Quando sofreu a Revolta de Aragarças e de Jacareacanga, teve a grandeza, a capacidade de, imediatamente, anistiar para poder pacificar o País. E tinha a democracia como um bem maior.
 
Foi um estadista, também, de grande visão. Na área educacional, com o projeto original de Brasília, trazido por Anísio Teixeira, como pessoas como Darcy Ribeiro, no início da implantação da Universidade de Brasília, também demonstra uma visão de estadista, uma visão de futuro, a visão grande que tinha o nosso querido Presidente Juscelino Kubitschek.
 
Ouço com muita satisfação o Senador Cristovam Buarque.
 
O Sr. Cristovam Buarque (Bloco Apoio Governo/PDT - DF) – Sr. Senador Rodrigo Rollemberg, eu acho muito oportuno que o senhor tenha trazido aqui a lembrança do Juscelino nesse dia que seria seu aniversário. E lembrando a generosidade dele, também a visão dele, o estadismo dele, Senador Maldaner. Mas eu gostaria de aproveitar isso, prestar uma homenagem a ele, imaginando o que ele diria se estivesse hoje no Brasil como um dos líderes desse País. Qual seria a cabeça de Juscelino? Sei que é muita pretensão tentar falar isso e ouvir isso. Mas eu acho que a primeira coisa que ele iria sentir seria uma frustração. Frustração, porque, tudo que ele fez – e avançou muito e ele ficaria entusiasmado com a industrialização que houve –, chega ao século 21 com o processo de desindustrialização. E, sobretudo, o que é mais grave: com a perda de sintonia da industrialização com os novos tempos da ciência e da tecnologia. Eu creio que Juscelino iria sentir que o Brasil avançou mais do que ele imaginava para os padrões de seu tempo, e não conseguiu dar o salto para os padrões do novo tempo. Nós continuamos, graças a ele, como um dos maiores produtores de automóveis do mundo, mas não conseguimos ser produtores de bens de alta tecnologia. Eu creio que essa seria a primeira preocupação dele. 

E, aí, com a visão que ele tinha, ele deveria pensar: "Como é que eu vou dar o salto? Como eu vou transformar a industrialização tradicional em uma industrialização contemporânea das altas tecnologias?” Aí, eu creio que ele faria uma análise de uma certa frustração, pelo que o seu governo não fez, e nenhum outro fez, que foi dar um salto na educação do povo brasileiro. 
 
Dizem que Juscelino se candidatava a Presidente em 1966 com a bandeira da agricultura e da educação. Não sei se é fato ou não, mas certamente ele iria perceber como nós ficamos para trás, porque não fizemos, no tempo dele, o esforço pela educação. 
 
O senhor nasceu no Nordeste, embora tenha vindo para cá com poucos meses, eu diria. Eu nasci no Nordeste. Eu creio que Juscelino ia ver que o Nordeste avançou, mas sem transformar-se. E que a Sudene teria prestado um serviço muito melhor ao Brasil se tivesse propiciado uma revolução na educação de todo o povo brasileiro. 
 
Hoje, quase 60 anos depois, imaginem se nós já estivéssemos com os filhos e os netos de uma geração educada. A gente não precisaria se preocupar com a desigualdade regional, a não ser com o fato de que o Nordeste estaria melhor que o Sul, se a gente tivesse feito essa revolução.
 
Olhando para Brasília, o que Juscelino pensaria da cidade que ele fez, quando todos duvidavam, aqui e no resto do mundo, que seria possível? Ele diria que, em primeiro lugar, é uma grande alegria de ver que esta cidade se transformou numa metrópole, uma das maiores do Brasil, mas ele ficaria com a frustração, primeiro, de, não sei por que sina, nós termos tido, um depois de outro, governos corruptos. Um depois de outro, governos que usaram o patrimônio que Juscelino deixou. 
 
A terra aqui é de propriedade pública. Uma empresa que ele deixou para administrar. Juscelino deu para Brasília o nosso pré-sal, que é a terra vendida pela Terracap. Ele perceberia que essa terra hoje está sendo vendida para desperdício, para desperdício completo, sem deixar resultados profundos na estrutura social e econômica no Distrito Federal. Ele veria que Brasília virou uma metrópole, mas, ao redor de Brasília, nós temos pobreza tão gritante, ou mais, do que qualquer parte pobre do Brasil, fazendo com que a Brasília que ele criou dê a impressão hoje de ficar inviável no médio e no longo prazo.
 
Eu creio que Juscelino, se estivesse aqui hoje, iria ver que nós demos saltos que, talvez, ele nem imaginasse com toda sua visão, mas que, ao mesmo tempo, não conseguimos chegar aonde ele esperava que chegássemos. E, finalmente, como político que ele era, com política no sangue, embora profissional como médico, ele teria uma certa vergonha da maneira como fazemos política hoje sem olhar a longo prazo.
Talvez essa seja a maior diferença de Juscelino para nós, os líderes do Brasil de hoje: Juscelino olhava para frente.
 
Seu slogan foi "50 anos em 5.”, a gente não consegue olhar cinco meses à frente. Todas nossas decisões aqui são feitas dando jeitinhos para continuar a chegar, digamos, ao fim do mês. Tudo! Na economia, com as exonerações; na política, com minirreformas políticas quando precisamos de uma reforma profunda; mas, sobretudo, com corrupção tão entranhada, como a que está hoje, em todo o tecido político da sociedade brasileira.
 
Eu penso que, desculpe-me ser pretensioso ao imaginar o que teríamos com Juscelino, mas é uma reflexão que valeria a pena: o que seria ser Juscelino hoje? O que diria Juscelino se estivesse hoje conosco? Todos seus orgulhos e todas suas frustrações com o que nós conseguimos fazer, dando continuidade ao que ele iniciou, e tudo o que a gente não conseguiu fazer, criando essa imensa, terrível dívida que nós os políticos temos com o povo brasileiro por tudo o que deixamos de fazer nestes 60 anos.
 
Era isso, Sr. Senador.
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – Muito obrigado, Senador Cristovam Buarque. V. Exª, como sempre, brilhante. Eu diria que o simples exercício de imaginar o que pensaria, o que proporia Juscelino Kubitschek neste momento da cena política brasileira, já seria uma grande prestação de serviço a este País, já seria um grande exercício, benéfico até para nosso exercício parlamentar. Nós devemos contextualizar a obra de Juscelino Kubitschek no tempo em que ela foi construída e com os desdobramentos posteriores contrários a sua vontade, como o próprio Golpe de 1964, que interrompeu um processo de mudanças e de radicalização da democracia iniciado por Juscelino Kubitschek.
 
Ele dizia que a democracia só seria restabelecida no País depois que ele morresse, porque havia um rancor, havia um ódio, havia um medo, havia uma preocupação com a volta de Juscelino Kubitschek. Certamente, dentro de um regime democrático, com eleições livres, o País reelegeria Juscelino Kubitschek...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – para ele continuar a obra iniciada em 1955 e que teve seu apogeu com a inauguração de Brasília.
 
E certamente, Senador Cristovam, como um grande empreendedor, um grande visionário que era, teria na educação a sua grande bandeira, a sua grande motivação, para o seu segundo governo. Como, aliás, já deixou demonstrado em Brasília ao trazer Anísio Teixeira para cá e ao pensar uma concepção de educação que hoje continua extremamente atual e que nós não implementamos ainda no Brasil, que é a educação integral.
 
Eu tive a felicidade de estudar nas Escolas Parque do Distrito Federal, naquela concepção original de Anísio Teixeira, em que as pessoas estudavam nas Escolas Classe, onde tinham as atividades do ensino formal em um período e as outras demais atividades de cultura, de lazer, de outras práticas, no outro turno, nas Escolas Parque.
Fico imaginando o que seria o Nordeste brasileiro se déssemos continuidade às políticas de desenvolvimento regional pensadas, formuladas
por Juscelino, com o apoio de Celso Furtado, a partir da criação da Sudene, que foi desvirtuada, a partir do Golpe de 1964.
 
Mas eu diria que o grande legado que Juscelino Kubitschek...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – ... deixa para nós, como uma reflexão, neste momento da vida pública, é o seu espírito público, é a vocação de fazer da política um grande instrumento de melhoria da vida das pessoas.
Talvez Juscelino represente melhor do que qualquer político brasileiro uma frase de que gosto muito, do educador Rubem Alves, quando ele diz que a política, como profissão, é a mais vil, a pior de todas as profissões, mas a política, como vocação, é a mais nobre de todas as vocações. Porque o político profissional é aquele que se realiza com a sua realização pessoal, com a sua realização particular. Mas o político vocacionado, Senador Casildo, é aquele que se realiza com a realização dos outros, com a realização da sua comunidade, com a realização da sua cidade, do seu País.
 
Juscelino Kubitschek era um político vocacionado, fazia política com alegria, imprimia em tudo que fazia uma profunda paixão, um profundo amor. Não conseguia guardar raiva...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – ... não conseguia guardar rancor, e fazia tudo com imenso espírito público.
 
Neste momento difícil da conjuntura política brasileira, em que há um desgaste muito grande da política, dos políticos, dos partidos políticos, das instituições públicas deste País, nós precisamos buscar inspiração no exemplo de Juscelino Kubitschek, que certamente tem uma grande contribuição a dar no sentido de melhorar a conjuntura, a cena política, a nossa atuação política no cenário nacional. 
 
Era este registro, com muito carinho, que queria fazer neste momento, como uma pessoa apaixonada por Brasília, que reconhece a imensa importância da contribuição de Brasília para a arquitetura, para o urbanismo, para o desenvolvimento econômico deste País, mas que tem em Juscelino Kubitschek uma grande liderança, uma grande inspiração do processo político brasileiro. 
 
Muito obrigado.

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