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Atualizado em :01/08/2013
Papa Francisco encarna o alvorecer de um novo tempo do Catolicismo
 
Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, a evolução das conjunturas históricas apresenta, por vezes, coincidências surpreendentes e benfazejas. O Brasil e a Igreja Católica se viram, ambos, no período recente, frontalmente desafiados a superarem graves e arraigadas mazelas. No Vaticano, rumorosos escândalos de corrupção evidenciaram a necessidade de mudanças nas estruturas financeiras e administrativas, instigando ventos de renovação. No Brasil, a longamente acumulada indignação popular com os constantes desvios e desperdícios dos recursos públicos explodiu, no mês de junho, em gigantescas manifestações de rua que se espalharam por todo o País, deixando claro que a sociedade não mais tolera esses comportamentos por parte dos governantes.

E foi justamente neste momento de transformação para a Igreja e para o Brasil que nosso País se tornou o destino da primeira viagem internacional do pontificado de Francisco, o Papa que encarna - não apenas por suas idéias, mas principalmente por seu comportamento - o alvorecer de um novo tempo do Catolicismo. No Brasil de 2013, onde multidões tomaram as ruas em protesto contra a incúria de tantos governantes, o Papa Francisco veio como o homem certo na hora certa, trazendo as mensagens necessárias para este momento.
 
Cada gesto do Papa Francisco se constitui um exemplo de humildade e dedicação ao próximo, especialmente aos mais necessitados e àqueles que padecem. Seu claro desapego ao luxo, aos privilégios, à pompa característica do cargo que ocupa representa uma lição, um ensinamento a ser absorvido por tantos integrantes da elite deste País que costumam se comportar como se tivessem direito assegurado a todos os confortos, facilidades e riquezas com os quais o brasileiro comum não pode sequer sonhar.
 
Confirmando aquilo que já se observava desde sua eleição em março passado, Francisco veio ao Brasil como o Papa da simplicidade e da austeridade. Um Papa humilde, que se preocupa com os humildes; que prefere vestimentas mais simples e adereços mais modestos; que dispensa os acessórios papais faustosos. Com sua conduta que sinaliza desapego material, apreço pelas relações humanas e misericórdia, o Papa Francisco conquista corações e mentes, granjeia não apenas profundo respeito e admiração, mas também o afeto sincero de todos quantos se deixam tocar pela sua mensagem e pelo seu exemplo.
 
Como lembrou o Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Raymundo Damasceno, o Papa, que visitou nosso País, traz já no nome que escolheu o ideal que deve iluminar o seu pontificado, que é o ideal de simplicidade, de austeridade, de sobriedade, de desapego aos bens materiais, fazendo-nos lembrar que riqueza, poder e prazeres volúveis não propiciam satisfação verdadeira ao ser humano.
 
Com seu exemplo, o Papa Francisco ensina que só podemos dar sentido a nossas vidas mediante adoção de valores mais autênticos e verdadeiros; que não é pelo consumismo desenfreado que alguém chegará a preencher seu vazio existencial; que toda política e toda economia devem estar a serviço do ser humano.
 
Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, ao longo da semana durante a qual se desenvolveu a Jornada Mundial da Juventude, o Papa Francisco cumpriu uma extensa agenda, levando sua mensagem de fé, solidariedade, esperança e amor aos jovens peregrinos que acorreram ao Rio de Janeiro e ao conjunto da sociedade brasileira.
 
Já no dia 22 de julho, no Palácio Guanabara, em solenidade à qual compareceram a Presidenta da República e inúmeras autoridades, o Papa, referindo-se à diversidade de origens e culturas dos jovens que vieram à Jornada, apontou a fraternidade que os unia na fé, para além de toda a diversidade, e destacou a missão incumbida a esses jovens de criar "um mundo de irmãos”. Ressaltou também Sua Santidade, perante as autoridades presentes, a importância de bem cuidarmos de nossos jovens, de sabermos abrir-lhes espaço, tutelar as condições materiais e imateriais para o seu pleno desenvolvimento, despertar neles as melhores potencialidades para que sejam sujeitos do próprio amanhã e corresponsáveis pelo destino de todos.
 
Quando de sua visita ao Santuário Nacional de Aparecida – e lá estive também –, o Santo Padre centrou sua fala na necessidade de transmitir aos jovens os valores que farão deles construtores de um País e de um mundo mais justo, solidário e fraterno. Pediu ele que encorajemos a generosidade que caracteriza os jovens, acompanhando-os no processo de se tornarem protagonistas na construção de um mundo melhor, haja vista que representam eles um motor potente para a transformação da sociedade.
 
Ao visitar o Hospital de São Francisco, dedicado ao tratamento de dependentes químicos, o Papa lembrou-nos de que é no acolhimento e no serviço aos nossos irmãos que sofrem que podemos encontrar a verdadeira alegria, tal como descobriu o jovem santo de Assis. Denunciando a frequente prevalência do egoísmo nas nossas sociedades, o Papa conclamou-nos a aprender a abraçar aqueles que passam necessidade.
 
Apontou, ainda, que devemos enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança no futuro.
 
Em Varginha, uma comunidade bastante carente do Rio de Janeiro, o Papa Francisco afirmou que o povo brasileiro, sobretudo as pessoas mais simples, pode dar ao mundo uma grande lição de solidariedade. Dirigindo-se às pessoas que possuem mais recursos, às autoridades públicas e a todas as pessoas de boa vontade comprometidas com a justiça social, o Papa apelou para que não nos cansemos de trabalhar por um mundo mais justo e solidário, pois ninguém pode permanecer insensível às desigualdades que ainda existem no mundo.
 
Na mesma oportunidade, o Papa Francisco fez questão de manifestar seu apoio aos esforços que a sociedade brasileira tem feito para integrar "todas as partes do seu corpo, incluindo as mais sofridas e necessitadas, por meio do combate à fome e à miséria". Argumentou ele que nenhum esforço de pacificação poderá ser duradouro, que não poderá haver harmonia e felicidade para uma sociedade que ignore, que deixe à margem, que abandone na periferia parte de si mesma. Mais uma vez, lembrou o Papa que somente quando se é capaz de
compartilhar é que se enriquece de verdade; que tudo aquilo que se compartilha se multiplica.
 
No sábado passado, no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, o Papa teve um encontro com lideranças políticas, empresariais, acadêmicas, religiosas, culturais e diplomáticas, ocasião em que proferiu um discurso de riquíssimo conteúdo. Começou Sua Santidade manifestando sua esperança de que nossa Pátria possa continuar a se desenvolver no pleno respeito aos princípios éticos fundados na dignidade transcendente da pessoa humana.
 
Afirmando a importância de se valorizar a originalidade dinâmica que caracteriza a cultura brasileira, com a sua extraordinária capacidade para integrar elementos diversos, o Papa destacou que o modo cristão de promover o bem comum e a felicidade de viver é fazer com que a humanização integral e a cultura do encontro e do relacionamento se fortaleçam.
 
Discorrendo sobre a responsabilidade social, o Papa Francisco apontou que o futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza.
 
Com muita clareza, afirmou ele que a via a seguir é aquela em que ninguém fique privado do necessário e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade. 
 
Asseverou também o Papa que a laicidade do Estado favorece a convivência pacífica entre religiões diversas.
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Sem assumir como própria qualquer posição confessional, o Estado deve respeitar e valorizar a presença do fator religioso na sociedade, favorecendo as suas expressões concretas. Em belas e inspiradas palavras, Papa Francisco concluiu afirmando que a fraternidade entre os homens e a colaboração para construir uma sociedade mais justa não constituem utopia, mas são resultado de um esforço harmônico de todos em favor do bem comum.
 
Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, sob inúmeros aspectos, o Brasil beneficiou-se pelo fato de a 28ª Jornada Mundial da Juventude haver-se realizado na cidade do Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, é preciso destacar o quão inspiradora foi a presença do Papa Francisco entre nós. Seu exemplo de simplicidade, de humildade, de austeridade serve de motivação para todos os brasileiros, particularmente para aqueles que detêm responsabilidades na condução dos interesses coletivos. Ainda mais do que a lucidez e a força de suas palavras, as atitudes do Papa devem inspirar-nos a uma nova postura em nossa vida comunitária: uma postura que coloque em primeiro plano a solidariedade, a cooperação, a responsabilidade social.
 
Beneficiamo-nos, ainda, com a energia vibrante dos três milhões de pessoas, na sua maioria jovens entre 16 e 24 anos de idade, que participaram do evento. Também esses anônimos nos deram belas lições – lições de entusiasmo, de fé, de colaboração, de civilidade. É inacreditável que um evento dessa proporção tenha transcorrido sem que um único episódio de violência se tenha registrado. 
Evidentemente, a infraestrutura disponibilizada pelo Poder Público jamais será suficiente para atender a contento uma multidão como essa.
 
Apesar disso, os participantes da Jornada mantiveram sempre a tranquilidade, o bom humor, a disposição de cooperar. Esperaram pacientemente nas filas, depositaram o lixo nos locais corretos...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – ...atenderam às orientações relativas ao trânsito. De fato, nos deram uma extraordinária lição de civilidade e de convivência pacífica e harmônica.
 
Sob o aspecto estritamente econômico, a Jornada Mundial da Juventude também foi muito benéfica para a cidade do Rio de Janeiro e para o País. 
 
Algumas vozes levantaram-se para criticar os gastos realizados pelas três esferas de governo com a realização do evento. Tais questionamentos, Senador Suplicy, contudo, não se sustentam.
 
Em primeiro lugar, basta lembrar que qualquer evento esportivo, cultural e de lazer, bem como outros acontecimentos coletivos, exigem a aplicação de recursos públicos. Isso faz parte da vida em sociedade. É assim no carnaval, nos torneios esportivos, nas "viradas culturais" e até mesmo nas manifestações de rua. O Poder Público têm de investir para assegurar as condições de segurança, a liberdade de reunião e de manifestação.
 
Em segundo lugar, deve-se considerar que os resultados econômicos...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – ... da Jornada Mundial da Juventude em muito excederam os investimentos realizados pelo Poder Público com vistas à sua realização.
 
Juntos, os Governos Federal, Estadual e a Prefeitura do Rio de Janeiro gastaram R$118 milhões em logística, mobilidade, segurança pública e comunicação. No entanto, o volume de recursos injetados na cidade do Rio de Janeiro em conseqüência do evento ascende a nada menos que R$1,8 bilhão, de acordo com pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense, em parceria com a Secretaria Estadual de Turismo, representando um impacto econômico 17 vezes maior do que aquele ocasionado pela Copa das Confederações.
 
Os organizadores da Jornada, Senador Ruben Figueiró, por seu turno, estimaram que o evento tenha gerado mais de 20 mil empregos diretos. Bares e restaurantes registraram movimento muito superior ao normal. Um estabelecimento em Copacabana, por exemplo, registrou, em um dia faturamento, o equivalente ao de uma semana inteira; outro chegou a servir 75 refeições por hora.

De acordo com a pesquisa da Universidade Federal Fluminense, o peregrino brasileiro desembolsou uma média diária de R$49,70, ao passo que aqueles que vieram do exterior tiveram despesas médias de R$81,30. 
 
Entre os fiéis brasileiros, Senador Cristovam, 68% nunca haviam estado no Rio antes; entre os estrangeiros, 87% visitaram a cidade pela primeira vez durante a Jornada. Seis mil jornalistas de mais de 70 países cobriram a Jornada. Não é difícil perceber o que significa em termos de divulgação turística para o Brasil no exterior.
 
Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, na semana passada, o Brasil teve a dupla ventura de sediar um grande evento internacional e de receber a visita de um homem extraordinário. A visita do Papa Francisco ao nosso País, durante a Jornada Mundial da Juventude 2013, encheu o povo brasileiro de alegria. 
 
Ficamos todos encantados pelo carisma desse homem simples, profundamente humilde e caridoso. De resto, a vinda de mais de um milhão de peregrinos de todas as partes do Brasil e de 170 outros países ao Rio de Janeiro trouxe uma energia muito positiva para a cidade e movimentou vigorosamente sua economia.
 
Tudo correu muito bem sem que qualquer incidente de maior gravidade tenha sido registrado. A inédita concentração de três milhões de pessoas na praia de Copacabana compôs uma imagem impressionante, inesquecível. Todo povo brasileiro está de parabéns pelo êxito na realização desse grandioso evento.
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – E finalizo este pronunciamento pedindo que conste nos Anais desta Casa as palavras de Frei Betto em brilhante artigo publicado no jornal O Globo, nesta segunda-feira, 29 de julho, intitulado: "Bem-vindo, Papa Francisco”, onde ele resume toda contribuição importante e exemplo importante de austeridade e de simplicidade trazido pelo Papa Francisco.
 
Diz ele:
 
Bem-vindo aos nossos corações, nos quais gravou seu cativante sorriso e a simplicidade tão rara naqueles que, como você, galgam os degraus do poder.
 
Bem-vinda a sua ousadia evangélica de entrar no Brasil como Jesus em Jerusalém: não montado no cavalo branco dos imperadores, equivalente hoje às limusines blindadas, e sim no "burrico” de um carro de classe média, com o vidro aberto, sem nojo do cheiro de povo nem temor da acolhida calorosa da população.
 
Bem-vindo este nome, Francisco, para nomear um papa. O santo de Assis rejeitou, nas origens do capitalismo, o sistema produtivo que gerava concentração de riquezas e exclusão social, e que teve em Bernardone, pai do jovem Francisco, um dos pioneiros.
 
Bem-vindo à opção pelos pobres, à denúncia da corrupção dentro e fora da Igreja, e da "globalização da indiferença” diante dos fluxos migratórios provocados pela miséria semeada na África pelo colonialismo europeu.
 
Bem-vindo ao "colocar mais água no feijão” de todos que, "comprometidos com a justiça social”, não se cansam de "trabalhar por um mundo mais justo e solidário.”
 
Bem-vindo, Francisco, ao grêmio de todos que combatem a "cultura do descartável” e, como você, acreditam que "a medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados, que não têm outra coisa senão a sua pobreza.”
 
Bem-vindo à Igreja "advogada da justiça e defensora dos pobres diante das intoleráveis desigualdades sociais e econômicas que clamam ao céu”, como você enfatizou ao fazer eco ao Documento de Aparecida.
como você enfatizou ao fazer eco ao Documento de Aparecida. Não mais uma Igreja que, sob o pretexto de "não se meter em política", se aninha à sombra dos ricos e poderosos, cala a voz de seus profetas, prega a cruz de Jesus, mas se recusa a carregá-la por considerar difamações e perseguições uma maldição, e não uma bem-aventurança.
 
Bem-vindo à reforma da Igreja iniciada pela mudança que você imprime ao papado. Nada de arminho, cruz de ouro, sapatos vermelhos. "Acabou o carnaval!", você advertiu ao quererem vesti-lo como um príncipe. Nada de tratá-lo por Sua Santidade, Sumo Pontífice, Santo Padre, e sim apenas por papa, bispo de Roma, servo dos servos de Deus.
 
Bem-vindo, Francisco, à urgência de abrir os altares aos sacerdotes casados e às mulheres vocacionadas ao sacerdócio; e os sacramentos aos casais que contraíram segundas núpcias.
Bem-vindo às Comunidades Eclesiais de Base, que você tanto valorizou em Aparecida, em 2007, ao fim do celibato obrigatório, à abertura do debate sobre todos os temas atuais relacionados à teologia moral: preservativo, homossexualismo, aborto, pílula do dia seguinte, células-tronco etc.
 
Bem-vindo à reforma da Cúria Romana e à sua iniciativa de nomear uma comissão de oito cardeais dos cinco continentes para assessorá-lo na profilaxia da Igreja. Queira Deus que sejam extintos o Banco do Vaticano, e também as nunciaturas apostólicas, de modo a valorizar, no espírito colegiado do Vaticano II, as conferências episcopais.
 
Bem-vindo, Francisco, a esse mundo globocolonizado que tanto necessita de um papa que seja expressão de Jesus e São Francisco: tolerante, amigo dos pobres, misericordioso, alegre, servidor da justiça, capaz de respeitar as diferenças religiosas e denunciar as causas das desigualdades sociais.
 
Deus o conserve e Francisco de Assis o encoraje!
 
Era isso o que tinha a dizer, Sr. Presidente, agradecendo a gentileza do Senador Cristovam Buarque de trocar comigo o momento deste pronunciamento.
 
Muito obrigado.
Fonte:
 
 
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