*/ Senador de Bras?lia:O DF está abandonado pelo governo Agnelo
 
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Atualizado em :31/05/2013
O DF está abandonado pelo governo Agnelo
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, eu nem esperava, Sr. Presidente, usar a tribuna na manhã de hoje, mas eu, ontem, tive a oportunidade de participar da celebração de Corpus Christi na Esplanada, e eu, como brasiliense, fiquei tão indignado com o descaso do Governo do Distrito Federal, com o abandono que nossa cidade vem sofrendo, que resolvi subir à tribuna para fazer esta denúncia.

Eu convido os Senadores desta Casa para, quando estiverem saindo do Senado hoje, passarem pela Esplanada dos Ministérios e observarem a situação da Esplanada dos Ministérios. Nós temos, Senador Cristovam Buarque, mais de 50 montes de entulhos na Esplanada dos Ministérios, pedaços de grama, de terra, que foram retirados para a construção da ciclovia e que estão há dias, há semanas .
 
Mas, Senador Paulo Paim, ontem, com a celebração de Corpus Christi, uma das maiores celebrações da Igreja Católica no Brasil e no Distrito Federal, estimava-se a participação em torno de 80 mil pessoas. Tivemos um público menor em função da chuva fora de época que caiu em Brasília, mas eu, sinceramente, não acreditei quando cheguei à Esplanada dos Ministérios e encontrei aquele monte de entulho, literalmente, compartilhando, dividindo os lugares com as pessoas que foram assistir ao Corpus Christi.
 
O que é mais lamentável, Senador Paulo Paim, é que duas ou três horas de alguns caminhões caçamba, alguns caminhões basculante, retirariam aquele entulho dali e deixariam a Esplanada limpa de entulho, embora, ainda assim, estivesse muito mal tratada. Mas não. A incompetência do Governo do Distrito Federal, o descaso do Governo do Distrito Federal é tão grande que ainda estava lá o entulho. Eu tive a oportunidade de fotografar quando vim, agora cedo, e postei no Facebook, para mostrar para as pessoas o descaso do Governo do Distrito Federal. E parece que agora, a partir dessa denúncia, os primeiros caminhões estão lá, depois da celebração, para retirar o entulho.
 
Mas é isso que estamos vendo. Isso está virando rotina no Governo do Distrito Federal. Há uma sensação na cidade de que falta governo, de que falta alguém para andar na cidade, olhar as coisas da cidade e dela cuidar.
 
Na semana passada, tivemos o primeiro jogo teste no Estádio de Brasília, estádio que, conforme a imprensa tem anunciado, é o mais caro do mundo, custou R$1,6 bilhão. As pessoas estão comentando que o Estádio ficou bonito. E não poderia ser diferente, Senador Paulo Paim. Depois de usar, Senador Cristovam, R$1,6 bilhão, não poderíamos ter um estádio feio. Tivemos, no primeiro jogo, duas equipes de torcidas grandes no Brasil, Flamengo e Santos, e uma indignação enorme da população com o preço dos ingressos, que variaram de R$160,00 a R$400,00, além de filas enormes para comprar esses ingressos.
 
Qual não foi a nossa surpresa quando veio a notícia de que o Governo do Distrito Federal recebeu pelo aluguel do espaço míseros R$4.000,00, Senador Cristovam Buarque. Um governo que colocou uma megaestrutura para o evento, com helicópteros circulando o tempo todo, com milhares de policiais, centenas de viaturas, ou seja, um aparato enorme do Governo do Distrito Federal, e o Governo do Distrito Federal abre mão das suas taxas. E abre mão em benefício de quem, Senador Paulo Paim? 
 
O Santos recebeu R$800 mil; a Federação Paulista, R$200 mil; a Federação Brasiliense, R$350 mil; e uma empresa privada, Senador Cristovam – uma única empresa privada, uma empresa criada no ano passado, aberta com o capital de R$100 mil –, faturou em apenas um jogo, à custa dos torcedores do Flamengo e do Santos, dos cidadãos brasilienses, mais de R$5,5 milhões. 
 
Será que foi para isso, Senador Paulo Paim, prezados Senadores, que o Distrito Federal gastou R$1,6 bilhão? Para que a população da cidade fosse extorquida – porque foi literalmente extorquida – para beneficiar uma empresa privada? Quais são as ligações dessa empresa privada? Quem é que está ganhando? Porque alguém, certamente, está ganhando de forma ilícita, num processo em que, em apenas um jogo, o Distrito Federal abre mão das suas taxas, coloca à disposição um aparato milionário e não recebe nada, enquanto a empresa recebe mais de R$5,5 milhões. 
 
Eu gostaria, Senador Cristovam, que a mesma beleza, a mesma qualidade que se tem no estádio de Brasília nós tivéssemos nos nossos hospitais, nas nossas escolas, na nossa segurança pública.
 
Portanto, Senador Paulo Paim, eu, como disse, não planejava usar a tribuna, mas eu vim aqui para manifestar a minha indignação com a forma como as coisas estão acontecendo – ou não estão acontecendo – no Distrito Federal, com descaso absoluto do Governo. Este mesmo Governo que mostrou esse descaso em relação à Esplanada, esse descaso em relação ao jogo. 
 
Os jornais estão falando esta semana, Senador Cristovam, do superfaturamento nos eventos culturais. Isso já circulava isso na cidade. Um artista é contratado pelo dobro, pelo triplo do preço e é obrigado a devolver dinheiro para, com esse dinheiro, contratar a estrutura do show, palco, luz, som. Agora, quem controla isso? Um artista recebe o dobro do seu cachê, o triplo do seu cachê e tem que devolver aquele dinheiro? Quem é que recebe esse dinheiro? Quem é que contrata palco? Quem é que contrata som? Quem é que contrata luz? 

Quais são as empresas que estão sendo contratadas? Isto já está começando a ser veiculado pela imprensa, está sendo investigado pela Polícia Federal.
 
Tivemos, agora, também, na semana passada, mais uma denúncia, de que o Secretário de Habitação, a sua parenta, a sua irmã é Secretária de uma cooperativa habitacional vem coordenando diversos projetos habitacionais no Distrito Federal. 
 
É assim, é assim, lamentavelmente, é assim que está funcionando o Governo do Distrito Federal. E ouço o Senador Cristovam Buarque.
 
O SR. PRESIDENTE (Paulo Paim. Bloco/PT – RS) – Senador Cristovam, antes de V. Exª usar a palavra, permita-me que eu só anuncie que estão nos visitando aqui, da Universidade de Cuiabá, Mato Grosso, os estudantes de Arquitetura, de nível superior. 
 
Sejam bem-vindos! É bom para vocês e outros convidados que estão aqui – alguns já me abanaram, devem conhecer mais ou menos o meu trabalho, e vocês também vão me abanar, tenho certeza disso, e vão abanar para os Senadores – dizer que está falando, no momento, o
Senador Rodrigo Rollemberg, grande Senador do DF; o Senador Cristovam Buarque fará, em seguida, um aparte, ele já foi governador e é Senador; está conosco também o Senador Aloysio Nunes, Senador de São Paulo, e o Senador Ruben Figueiró, Senador do Mato Grosso do Sul. Essa é uma demonstração de que, numa sexta-feira, depois de um feriado, embora muitos digam que não, o Congresso trabalha, sim, e vocês são testemunhas. 
 
Assistam o pronunciamento desse jovem e competente Senador.
 
O Sr. Cristovam Buarque (Bloco/PDT – DF) – Senador Rodrigo, eu fico, em primeiro lugar, pessoalmente, muito feliz pelo tema da sua fala, porque me libera de falar sobre esse assunto e poder falar sobre a economia brasileira. Eu fico representado pelo senhor como sendo Senador de Brasília. Mas, aproveito para dizer, também, da minha indignação. Ontem, eu fui à Ceilândia e fui ao Gama, e a gente percebe que o que está acontecendo aqui de descaso, Senador Paim, acontece também de descaso nas outras cidades. Claro que, sobretudo no caminho do Gama, a gente percebe obras, obra de uma estrada, obra que parece ser do VLT, mas não me ficou claro. Há um descaso, além de obras. E essas obras no caminho errado.
 
O caminho certo não é a gente construir mais estrada, mas, sim, melhorar o transporte público, e isso o Governo do Distrito Federal, que prometeu que ia fazer, não está conseguindo, por trapalhadas nas licitações que fazem para escolher as novas empresas. Por uma intervenção atrapalhada, já faz meses, uma empresa de ônibus, que ninguém viu o resultado ainda, que não melhorou o transporte nos corredores por onde passam esses ônibus hoje, de uma empresa sob o controle do governo e não mais do empresário. Além disso, obras faraônicas como essa do Estádio. Eu me pergunto, às vezes, como é possível o povo brasiliense estar tão feliz – parece que muita gente está – com o novo estádio, pela sua beleza que realmente tem, pela grandiosidade que tem. Eu me pergunto como eles podem estar assim. Se eles fizessem a conta de que aquilo foi construído com R$800,00 de cada brasiliense, desde crianças recém-nascidas até adultos de maior idade. Se contarmos só os adultos, cada brasiliense colocou ali R$1.500,00 do bolso. Porque se saiu do governo para ali, em vez de ir para outras coisas, como saúde, segurança, nós que pagamos impostos teríamos nos beneficiado.
 
Nós pagamos, os adultos, os contribuintes R$1.500,00 cada um por aquele estádio, sem sermos consultados. É bem capaz de, se fôssemos consultados, que disséssemos: "Construa, mas não precisa ser grandioso como esse, não precisa custar tão caro. Nós queremos fiscalizar para onde foi esse dinheiro”. Não entendo como o Governador Eduardo Campos consegue construir um estádio por um terço desse valor, mesmo que de tamanho menor. Mas Brasília poderia ter um estádio do tamanho, no máximo, do estádio de Pernambuco, da Arena Pernambuco. Por que teve que ser deste tamanho? Talvez por ser pernambucano eu diga que lá há times com mais tradição, com mais torcedores do que aqui em Brasília. Lá os estádios enchem. Aqui a gente sabe que não acontece isso, salvo quando vem Flamengo, quando vem Santos jogar aqui. E retomo a ideia dos R$4 mil. Eu fiz as contas enquanto o senhor falava. Cobrando R$4 mil por cada evento e se tivéssemos um evento como Santos e Flamengo por semana, nós precisaríamos de oito mil anos para recuperar R$1,6 bilhão. Vou dizer como foram feitas as contas: R$1,6 bilhão dividido por R$4 mil; são R$400 mil divididos por 50 semanas, tirando duas, para facilitar a conta. O que dá oito mil anos. Não faz sentido! Não faz absolutamente sentido! Se o dinheiro da arrecadação fosse para o governo é como se estivéssemos cobrando duas vezes do contribuinte: uma que ele já contribuiu para a construção e outra que ele contribui para assistir ao jogo. Mas pelo menos ele está usufruindo do jogo e está dando o dinheiro de volta. Mas nem isso a gente está recebendo. E se esse custou R$4 mil, como vão conseguir cobrar mais de um grande evento evangélico ou católico? Consideremos a missa de ontem, de corpus Christi. Imagine que se decida fazer dentro do estádio, em vez de ser na Esplanada, por alguma razão. Quem vai cobrar da Igreja Católica mais do que se cobrou de um agente esportivo? Não há como. A tendência é ficar marcado isso. Então, é, sim, um estádio maior do que precisaria o Distrito Federal, mesmo considerando a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, e mais luxuoso do que seria necessário, de acordo com as regras que a FIFA, ditatorialmente, nos impõe. Isso é mais uma prova de que nós estamos não no novo caminho – como o senhor e eu lutamos para eleger esse governador –, mas no caminho errado! Não é sequer no caminho antigo, no caminho velho, é no caminho velho. Isso exige de todos nós, que somos líderes nesta cidade e temos obrigação disso, tomarmos posição, como o senhor tomou, e tentarmos corrigir todos esses erros que estão sendo cometidos a partir de 2015.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Muito obrigado, Senador Cristovam Buarque. V. Exª traz uma contribuição importante ao mostrar que vários Estados brasileiros, como Pernambuco e Bahia, construíram suas arenas, bonitas e elogiadas, por um terço do preço. E são Estados que têm uma tradição no futebol. Não estou aqui questionando a construção ou a reforma do estádio. Acho importante recebermos a Copa, embora ache que Brasília não esteja aproveitando o legado que a Copa poderia deixar. Não vejo obras relevantes de infraestrutura turística ou de mobilidade urbana. 
 
É importante registrar que o VLT foi a primeira obra de mobilidade urbana a ser retirada da matriz de responsabilidade da Copa do Mundo. Não vejo esforço algum de qualificação profissional. Portanto, corremos o risco de gastar uma fortuna na construção de um estádio sem ter um legado posterior à Copa do Mundo.
 
Agora, o que se discute é utilizar R$1,6 bilhão em detrimento de recursos, de investimentos que precisam ser feitos na saúde do Distrito Federal, na segurança pública do Distrito Federal, na educação do Distrito Federal. E o descaso com que o governo vem tratando a cidade em suas diversas manifestações. 
 
V. Exª referiu que foi ontem ao Gama e à Ceilândia. Eu sugiro, Senador Cristovam, que na próxima vez em que o senhor for à Ceilândia, se é que não fez isso ontem, que visite o Sol Nascente e o Pôr do Sol, para ver o abandono ao qual a população do Distrito Federal está submetida em função do descaso do Governo do Distrito Federal.
 
Eu disse que a Esplanada, nesse momento, é a expressão do que está acontecendo no Distrito Federal. Essa área central de Brasília está completamente abandonada; há, pelo menos, 50 montes de entulho na Esplanada dos Ministérios, e isso faz quase 30 dias, desde o início da construção dessa ciclovia que está aí. Parece que não há ninguém do governo que anda, que sai, para ligar para o SLU, para a Novacap e falar: "Olha traga um caminhão basculante aqui, uma pá carregadeira e tira isso”, que é uma questão muito simples de fazer. Mas está ali demonstrando a total falta de sensibilidade e de compromisso desse governo, de desrespeito, desrespeito com a população, desrespeito com o patrimônio cultural, desrespeito com a Igreja Católica, que teve que fazer a sua celebração ontem – as pessoas, os fiéis que foram lá prestigiar a celebração de corpus Christi tiveram que dividir os seus espaços literalmente com montes de entulho.
 
E ouço mais uma vez o Senador Cristovam.
 
O Sr. Cristovam Buarque (Bloco/PDT – DF) – É que o senhor falou em legado da Copa. Primeiro, eu ouço em todos os lugares: a Copa vai deixar um legado. É verdade que vai deixar um legado de apresentação do Brasil ao mundo, os outros, estradas, aeroportos, a gente podia fazer sem a Copa. Se a FIFA não financia, se o dinheiro não vem de fora, por que a gente não decidiu fazer tudo isso antes mesmo da ideia da Copa? Mesmo assim, aproveitemos, já que não havia um pretexto para fazer, porque o povo não importa, mas sim a FIFA, para fazer legado. E, aí, eu sugeri ao Governador Agnelo, durante a campanha eleitoral, que um legado que eu gostaria de vê-lo deixar aqui, Senador Paim, seria um esforço, que não é complicado, na abertura da Copa, em frente ao aeroporto de Brasília, para que houvesse uma placa bem grande inscrita: você está entrando em território livre do analfabetismo. Isso seria um legado. Não deveria precisar da Copa, mas isso seria um legado. Custaria R$12 milhões fazer isso, R$12 milhões! O outro a gente mede bilhão. R$12 milhões fazer isso em quatro anos, que seria o tempo que duraria. Não vamos poder deixar, porque os 40 mil analfabetos que o Brasil tem no Distrito Federal, que é pouco, vão ficar reduzidos talvez a 30 mil em 2014, mas não zerado, como seria perfeitamente possível de se fazer. Esse seria um belo legado. Triste dizer que foi preciso uma Copa para justificar isso, mas, pelo menos, poderia dizer: graças à Copa, se fez isso. Mas nem esse legado nós vamos ter. O que teremos de legado é o belíssimo jardim, que era o ponto de entrada do Distrito Federal para quem sai do aeroporto, belíssimo jardim de 50 anos destruído, desfeito, desaparecido. Este vai ser um dos legados que a gente vai deixar aqui: a marca da destruição de um belo jardim.
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Senador Cristovam, a sensação que tenho é que o Governador Agnelo limita o seu raio de ação ali do Palácio do Buriti até o Estádio de Brasília, porque só vemos atenção, por parte do Governo do Distrito Federal, ao estádio. Ali as coisas estão bem cuidadas. O Governador fala muito do estádio. Mas, saindo dali, daquele círculo, que deve dar uns dois quilômetros, entre o Palácio do buriti e o raio que circunda o Estádio Nacional de Brasília, o Estádio Mané Garrincha... Até o nome quiseram retirar. Até o nome de Mané Garrincha o Governo do Distrito Federal, submetendo-se à FIFA, quis retirar. 
 
A sensação que tenho, Senador Paulo Paim, é que o Governador Agnelo não se desloca para além do estádio, não consegue ver o abandono do Distrito Federal para além do estádio, porque, infelizmente, o Governo do Distrito Federal só tem olhos para o estádio e para a Copa. A saúde, a segurança, a educação, a população do Distrito Federal, na visão do Governo do Distrito Federal, do Governador Agnelo, isso está em terceiro, quarto, quinto, infinitésimo plano. Essa é a verdade.
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