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Atualizado em :04/03/2013
Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas influencia a qualidade da educação no Brasil
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Muito obrigado, Senador Jorge Viana. Quero cumprimentar V. Exª, cumprimentar os demais Senadores e Senadoras, os jornalistas que acompanham os trabalhos desta Casa, os telespectadores da TV Senado e da Radio Senado.

Eu ia iniciar o meu pronunciamento comentando, Senador Jorge Viana, que estou vendo...
 
O SR. PRESIDENTE (Jorge Viana. Bloco/PT – AC) – Em estado de graça.
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) –...V. Exª em estado de graça, com um largo sorriso no rosto, fruto dos resultados que o nosso alvinegro nos propiciou ontem.
 
Mas quero cumprimentar V. Exª e dizer que, além daquela alegria do domingo, que foi muito grande, hoje pela manhã eu fiquei muito feliz, Senador Jorge Viana, ao ler esta matéria que foi publicada pelo Jornal O Globo: "Em busca do ouro e de um futuro – que diz – Olimpíada de Matemática influencia a qualidade da educação pública e muda a vida dos estudantes.”

Eu fiquei muito feliz, Senador Jorge Viana, porque eu tive a honra, como Secretário de Ciência e Tecnologia, para a inclusão social do Ministério da Ciência e Tecnologia, na gestão do então Ministro Eduardo Campos, de organizar e coordenar a realização da primeira e da segunda Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.

Eu quero aqui registrar o entusiasmo que o ex-Ministro da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos  e o ex-Presidente Lula tinham pela Olimpíada de Matemática. Os dois eram realmente entusiastas dessa ideia, e coube a mim, como Secretário, naquela ocasião, colocá-la em prática.

Quero registrar que eu perdi algumas noites de sono preocupado com o tamanho da empreitada, com a responsabilidade da implementação, e, hoje, fiquei imensamente feliz ao ver essa matéria, que traz resultados de uma pesquisa, a que vou me referir ao final, mostrando que tem significado para a melhoria da educação pública no nosso País a realização das Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas.

É claro que eu não posso deixar, neste momento, de registrar a participação de algumas pessoas abnegadas, que dedicam a sua vida em defesa do ensino da Matemática, da pesquisa sobre Matemática, especialmente Dr. César Camacho, que é o Presidente do Impa – Instituto de Matemática Pura e Aplicada, que é uma organização social, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e que trabalhou toda a concepção da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e da Profª Drª Suely Druck, que, junto com o César Camacho, interagiu, naquela ocasião, com a Secretaria de Ciência e Tecnologia.

Não posso, também, deixar de registrar a participação de Ildeu de Castro Moreira, que era o diretor – e ainda é – de difusão e população da ciência do Ministério da Ciência e Tecnologia. O objetivo da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas é estimular o estudo da Matemática por meio da resolução de problemas que despertem o interesse e a curiosidade de professores e estudantes.
Todos os alunos inscritos em escolas públicas, municipais, estaduais e federais brasileiras podem participar da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
 
Dentre as realizações dessas Olimpíadas, podemos destacar a produção e distribuição de material didático de qualidade como apostilas e bancos de questões; o Programa de Iniciação Científica Júnior para os medalhistas estudarem Matemática por um ano com bolsa do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Aqui quero fazer um registro. Essa ideia partiu do então Ministro Eduardo Campos, de que deveríamos utilizar a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas para fazer um processo de seleção de alunos, que receberiam como estímulo, essa bolsa de iniciação científica. Mas também o projeto oferece no programa de iniciação científica do mestrado para professores que estejam cursando graduação com bolsas do CNPq e da CAPs. 

Além disso, a preparação especial para competições internacionais que preparam medalhistas de ouro selecionados pela excepcionalidade de seus talentos para competições internacionais. Também os polos olímpicos de treinamento intensivo que pretende democratizar e ampliar o acesso dos alunos brasileiros a treinamento para competições de matemática. A criação dos clubes de matemática que vão propiciar outros modos de estudo da matemática entre alunos e professores, com atividades interessantes e em ambiente interativo, além da mobilização dos coordenadores regionais para realização de atividades como seminários com professores e cerimônias de premiação.

No meu primeiro pronunciamento, Senador Jorge Viana, na condição de Líder do Partido Socialista Brasileiro, os que aqui colocaram a importância do investimento na qualidade da educação brasileira como um dos grandes desafios para aumentar a produtividade da economia brasileira e para aumentar a competitividade. E é por isso que fiz questão de trazer esse registro hoje aqui pela importância, que no meu entendimento, comprovado por essa pesquisa que me deixou muito feliz, isso vem contribuindo para melhorar o desempenho dos alunos numa disciplina que muitas vezes é considerada um tabu, muitas vezes é considerada como uma disciplina de grande dificuldade por grande parte dos estudantes, mas ensinada de forma diferente pode se transformar numa grande atração e uma disciplina fundamental para a formação de futuros engenheiros, de futuros profissionais, de futuros cientistas extremamente importantes para o futuro do país.

Mas eu quero aqui trazer alguns números para conhecimento deste Plenário. Em 2005, quando realizamos a primeira Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas tivemos a participação de 10 milhões de estudantes já naquela – imaginem a logística preparada pelo Impa com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia para cumprir esse desafio. Tivemos 10 milhões de alunos participando. Essas provas foram realizadas sem nenhum tipo de problema. 

Em 2012, Senador Ferraço, já tivemos a participação de 19,1 milhões de alunos que se inscreveram na competição, com a participação de 99,4% dos municípios brasileiros representados. No ano de 2005, tivemos 31.109 premiações, que consistiam de 300 medalhas de ouro, 405 de prata, 405 de bronze e 29.999 menções honrosas. Agora, em 2012, tivemos 45.434 alunos premiados com 500 medalhas de ouro, 902 de prata, 3.102 de bronze e 40.930 menções honrosas.

De lá para cá, de 2005 até 2012, mostrou-se que a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas é muito mais do que uma premiação, é uma iniciativa que propicia um ambiente diferente e motivador na escola, fazendo com que os alunos tenham contato com questões interessantes e desafiadoras da matemática, e estimulados a trabalhar em grupo.
 
Também faz parte disso a empolgação da torcida pelo desempenho da escola, a expectativa pela divulgação dos resultados, a animação com as festas de premiação. Mas tivemos, nesse período, 23.902 bolsas de iniciação científica júnior concedidas a alunos de todo o Brasil, 581 cursos de aperfeiçoamento e estágios no Inpa para professores que se destacaram ao longo das Olimpíadas, 262 notebooks e tablets distribuídos aos professores, 27 laboratórios de computação na escola, 424 notebooks com kit de projeção móvel para as escolas e 238 livros de matemática para a biblioteca, além de 10 quadras de esporte em diversos municípios. Portanto, é realmente bastante animador o resultado das Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas.

Quero aqui registrar que, avaliando o impacto das Olimpíadas Brasileiras de Matemática das Escolas Públicas na qualidade da educação, o estudo feito por Roberta Loboda Biondi, da Fundação Getúlio Vargas, Lígia Vasconcellos, do Itaú-Unibanco, e Naercio Menezes-Filho, do Insper e FEA, da USP, conclui que a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas influencia a qualidade da educação pública, aumentando a nota média de matemática das escolas na Prova Brasil. Esse resultado é ainda mais pronunciado conforme o número de participações e para os alunos com melhor desempenho escolar.
 
A partir do cálculo do retorno econômico, concluímos que a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas apresenta uma taxa de retorno elevada e promove benefícios salariais futuros aos jovens participantes, ainda mesmo sem considerar possíveis externalidades positivas para a sociedade e para o País, como redução da criminalidade, aumento do bem-estar social, entre outros resultantes da melhoria da qualidade da educação pública.

E a matéria hoje de O Globo traz algumas questões, algumas histórias de alguns personagens dessas olimpíadas, demonstrando, na prática, o que significou, na vida desses estudantes, a participação na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, a oportunidade de participarem de um programa de iniciação científica financiado pelo CNPq e também a participação de professores em processos de qualificação, de aperfeiçoamento profissional no Impa.

Refere-se aqui, por exemplo, a esse estudo realizado pelos pesquisadores Roberta Biondi, da Fundação Getúlio Vargas, Lígia Vasconcellos, do Itaú Unibanco, e Naercio Menezes, da USP. Segundo eles, participar da Olimpíada aumenta em 1,91 ponto a nota média dos alunos na Prova Brasil, em relação aos outros. Nas escolas que participaram três vezes, os pesquisadores apontam impacto de 2,8 pontos e, nas que participaram duas, 1,30 ponto.
 
Ou seja, isso mostra que o próprio fato da realização, da participação da escola e dos alunos, na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, cria, Senador Ferraço, Senador Cristovam, um ambiente de estímulo, de entusiasmo, para o conjunto dos estudantes, que se reflete, de forma bastante significativa, como mostra aqui a pesquisa, na melhoria do desempenho daquela escola.
 
O jornal O Globo traz também a história de Tábata Amaral, que estuda hoje nos Estados Unidos – hoje ela faz o curso em Harvard –, mas que quer voltar ao Brasil para trabalhar com educação, e mostra que, em 2005, na primeira edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, Tábata Amaral ganhou uma medalha de prata. Em 2006, quando cursava o 6º ano, levou para casa uma medalha de ouro e o convite para estudar numa escola particular. Ela já tinha cursado o programa de iniciação científica e decidiu aceitar. De lá para cá, acabou o ensino médio, estudou inglês, fez vestibular e também se inscreveu em várias universidades americanas, passou para a USP, Harvard, Columbia, Princeton, Yale, Pensilvânia. Com tantas opções, escolheu cursar Ciência Política e Astrofísica em Harvard e hoje mora perto de Boston. 

Mesmo de longe, Tábata serviu de exemplo para a família. Quando se formou no ensino médio, seus pais não tinham concluído essa etapa, agora sua mãe já está formada, além disso, fundou, com um grupo de amigos, o VOA, Vontade Olímpica de Aprender. 

Diz ela: "criamos o projeto há mais de três anos, preparamos alunos de escolas públicas para olimpíadas de matemática e astronomia", conta Tábata que quer voltar ao Brasil. "Volto com toda a certeza para o Brasil, meu sonho é trabalhar com educação pública e acho que uma formação mais ampla vai me ajudar muito na hora de lidar com os problemas que temos no nosso sistema de educação; quero desenvolver projetos e políticas que melhorem nosso sistema".
 
Quero chamar a atenção da importância dessa manifestação e do efeito multiplicador que a simples participação de uma estudante numa olimpíada – que lhe permitiu abrir novos horizontes e permitiu agora estar estudando no exterior – e o compromisso que ela sente de retornar ao Brasil, para contribuir com a melhoria da qualidade da educação pública no nosso País. Ela percebeu – pelo fato de ter tido uma oportunidade, que lhe foi dada ao participar dessa olimpíada brasileira de matemática, o que conseguiu ampliar os seus horizontes e melhorar muito o seu rendimento – o seu compromisso em buscar trazer essa experiência para o Brasil. 

Quero aqui descrever outro caso específico, o do estudante Ricardo Oliveira, de 24 anos, que vive em Várzea Alegre, no Ceará. 
Diz ele: "a olimpíada mudou minha vida. Eu não tinha noção de futuro e agora tenho planos. Sou conhecido na minha cidade e até tenho mais liberdade. Com dedicação, ganhei cinco medalhas de ouro, pude me preparar para o Enem e escolher uma carreira". Prestes a se mudar para Cedro, onde vai cursar mecatrônica industrial, Ricardo acredita ter só começado a traçar a sua trajetória de sucesso. "É um curso técnico superior, nos próximos anos, quero focar nos estudos e me profissionalizar. Sou o primeiro da minha família a ir para faculdade. Meu irmão está terminando o ensino médio. O estudo já abriu muitas portas para a gente. Eu gostava de matemática, mas não sabia que era bom. A Olimpíada me permitiu ver isso e muito mais". 

Vejam a importância também desse depoimento e, o que acontece numa cidade pequena e, normalmente, no nosso País, os ídolos da nossa juventude, das nossas crianças estão muito focadas nas questões que são importantes, que gostamos, faz parte da cultura nacional como o futebol, por exemplo, mas como diz o Senador Cristovam Buarque, ouvi-o dizer várias vezes que gostaria que nossos craques, que a população brasileira pudesse celebrar também os nossos craques em matemática, engenharia, em letras e nós temos aqui uma semente desse novo momento em que um jovem afirma que é reconhecido e conhecido na sua cidade, se tornou uma referência na sua cidade em função do excelente desempenho que vem colhendo nas olimpíadas de matemática que abriu também porta para novas oportunidades na sua vida, mostrando a importância da educação na transformação da sociedade brasileira.

Realmente, Senador Jorge Viana, eu tenho a impressão que quando iniciamos a Olimpíada Brasileira de Matemática nas escolas públicas V. Exª era o Governador do Estado do Acre, se associou a esse esforço do Ministério da Ciência e Tecnologia, mas eu quero registrar que nessa vida pública a questão que traz mais felicidade para a gente é perceber que uma ação, uma iniciativa tomada lá atrás, teve sustentabilidade, teve continuidade porque a ideia era boa e se assentou em bons alicerces que garantiram essa execução e que vem propiciando esses resultados que mostram que, com criatividade, com compromisso várias formas de melhorar a qualidade do ensino no Brasil, especialmente melhorando a qualidade do ensino da matemática, tão importante na formação das carreiras tecnológicas que são fundamentais para o desenvolvimento do Brasil. 

Mais uma vez quero aqui registrar o entusiasmo do Presidente Lula em relação à Olimpíada de Matemática, a cobrança também para que ampliássemos isso para as olimpíadas de português, as de astronomia que já são realizadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, mas o empenho, o engajamento, o entusiasmo do então Ministro Eduardo Campos, que, com seu compromisso, associou a realização das Olimpíadas à questão das bolsas de iniciação científica júnior para os alunos e as bolsas de iniciação científica para professores que estavam em graduação. Quero também registrar a participação de César Camacho, Suely Druck, Ildeu de Castro Moreira no nascedouro (fora do microfone) desse projeto que tive oportunidade de coordenar.
 
 
Ouço com muita alegria o Senador Cristovam Buarque.
 
O Sr. Cristovam Buarque (Bloco/PDT – DF) – Senador Rodrigo, eu quero voltar à sua comparação com os grandes craques de futebol dizendo que há uma explicação fácil por que nós temos tantos craques, Senador Jorge Viana, e não temos um Nobel, não somos produtores de alta tecnologia no Brasil. É porque no futebol a bola é redonda para todos, mas, na educação, ela é redonda para uns e quadrada para outros. Se a bola é redonda para todos, num País com 200 milhões de habitantes é natural que haja um bom número de bons profissionais, ainda mais se é uma área que nos satisfaz, de que nós gostamos, que nos seduz, como é o futebol. Educação não nos seduz. Além disso, não temos escolas redondinhas, iguais para todos. Então, nós selecionamos os cientistas, os profissionais de alto nível entre um número muito pequeno de brasileiros. O resto deixamos para fora. Aliás, o futebol já foi assim. No começo do século XX, os negros não podiam jogar futebol. Futebol era um esporte de rico. Imagine quantos craques não teríamos perdido se o futebol continuasse sendo um esporte de branco. É o que estamos perdendo por educação ser uma atividade dos que têm dinheiro. Nós estamos jogando fora nossos cérebros por não dar-lhes o trampolim que permite a eles saltarem, que é a educação de qualidade. A grande meta deste País é a escola igual para todos e a escola de qualidade para todos. Aí nós não vamos desperdiçar nenhum recurso. E aí não tenha dúvida que da mesma maneira que nós temos os melhores craques de futebol, porque a bola é redonda para todos e as regras são as mesmas, nós poderemos ter os grandes cientistas, os grandes profissionais, os grandes cérebros do mundo inteiro. Está faltando praticar o cérebro. Praticamos muito as pernas e felizmente isso nos dá muitas alegrias, e, felizmente, isso nos dá muitas alegrias, mas não praticamos o cérebro do povo brasileiro.
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Muito obrigado, Senador Cristovam. E apenas para concluir, veja que é possível e esse é o grande desafio brasileiro, com medidas relativamente simples e, buscando o conhecimento de quem tem o conhecimento, tem a expertise, no caso o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, porque a Olimpíada de Matemática, Senador Jorge Viana, já existia, mas existia apenas no âmbito das escolas privadas e atendia um número irrelevante de alunos para um País das dimensões do Brasil. 

O grande desafio foi exatamente realizar a Olimpíada Brasileira de Matemática das escolas públicas nas escolas públicas e, aí, atingindo esse contingente enorme de brasileiros, inicialmente 10 milhões de alunos e, agora , mais recente, 19 milhões e 100 mil alunos.
 
Mas não podemos deixar, aqui, de registrar o papel do educador, dos professores e percebemos, muitas vezes, Jorge Viana, que uma escola no interior de determinado Estado, muitas vezes sem as mesmas condições de outras, tem um resultado, Senador Dornelles, que chama a atenção, e, quase sempre, numa escola que tem um resultado diferenciado, vamos ver que, ali, tem um educador especial, que constrói formas, digamos, inteligentes, alternativas, de ensinar matemática e faz com que, com isso, amplie o interesse dos alunos pelo conhecimento da matemática. 

Portanto, Senador Jorge Viana, como disse, nós tivemos a alegria com a vitória do Botafogo, ontem, mas quero registrar que uma alegria, ainda maior, tive, hoje, ao ler essa matéria de o O Globo, de ver o resultado de um trabalho que vem dando frutos e vem contribuindo para melhorar a qualidade da educação pública no nosso País.

Muito obrigado.
 
O SR. PRESIDENTE (Jorge Viana. Bloco/PT – AC) – Cumprimento V. Exª, Senador Rodrigo Rollemberg. Digo que V. Exª ajudou a construir essa história de sucesso, sendo um dos cargos de confiança do então Ministro Eduardo Campos, que executava uma política conjunta do Governo do Presidente Lula, e, hoje, as olimpíadas são uma realidade, motivo de orgulho para todos nós brasileiros, e renova a nossa fé, a nossa esperança, num futuro melhor para o País.
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