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Atualizado em :29/10/2012
PSB foi o partido que mais cresceu nas eleições de 2012
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, quero, em primeiro lugar, cumprimentar os alunos que nos visitam hoje, que nos honram com as suas presenças, os alunos da Escola Classe 111 Sul. Sejam muito bem-vindos, alunos e professores, que nos honram com suas presenças.

Srªs Senadoras, Srs. Senadores, telespectadores da TV Senado, ouvintes da Rádio Senado, eu subo à tribuna na tarde hoje, com muita alegria, para comentar os resultados das eleições, especialmente no segundo turno.

Muito feliz com o desempenho de meu Partido, o Partido Socialista Brasileiro, muito bem presidido pelo Governador Eduardo Campos, foi o partido que mais cresceu nessas eleições, como resultado de uma política de coerência desenvolvida pelo Partido a partir da liderança do Governador Eduardo Campos, e também em função das boas gestões, reconhecidas pela população, que o PSB vem desenvolvendo em todo o País.

Nesse segundo turno, o PSB teve a oportunidade de disputar o segundo turno em sete cidades: três capitais e quatro cidades importantes, tendo obtido vitória em seis dessas sete cidades. Vencemos em Fortaleza, vencemos em Cuiabá: Fortaleza, com Roberto Claudio; Cuiabá, com Mauro Mendes. Em Porto Velho, vencemos com Mauro Nazif; vencemos em Duque de Caxias com o Deputado Alexandre Cardoso; em Petrópolis, com Rubens Bomtempo, ex-prefeito; vencemos em Campinas, com Jonas Donizette, e perdemos em Uberaba, com Lerin, que, embora tenha perdido a eleição, teve um excelente desempenho com quase 48% dos votos.

O PSB, fechadas as urnas, foi o partido que ampliou em 42% o número de prefeituras que administrará, mas ampliou, Senador Cristovam, em 100% o número de eleitores nas cidades que administrará. O PSB administrava cidades que juntas somavam 7,6 milhões de eleitores, Senador Aloysio Nunes, e, a partir do dia 1º de janeiro, administrará cidades que juntas somam 15,3 milhões de eleitores, portanto, dobrando o número de eleitores nas cidades que serão administradas pelo PSB.

O PSB também foi o partido que mais elegeu prefeitos de capital; elegemos cinco prefeitos de capital: já tínhamos elegido, no primeiro turno, Recife e Belo Horizonte e elegemos, agora, Fortaleza, Cuiabá e Porto Velho. 

Entre as 83 maiores cidades brasileiras, aquelas que têm mais de 200 mil eleitores e, portanto, têm segundo turno, o PSB elegeu 11 cidades e mais do que isso: somando o número de habitantes dessas cidades, das grandes cidades brasileiras, o PSB será o segundo partido a administrar o maior número de brasileiros e brasileiras nessas 83 cidades. Dessas 83 cidades brasileiras, nas 11 que o PSB administrará, administrará algo em torno de 10 milhões de habitantes, perdendo apenas para o PT, que administrará algo próximo ao dobro desse número. Portanto, são resultados muito expressivos. 

Mas eu gostaria de salientar, Senador Aloysio, como um dos dados mais significativos das vitórias do Partido Socialista Brasileiro em todo o Brasil, primeiro, o crescimento em todas as regiões do País. O PSB já é o segundo Partido do País em número de prefeituras no Nordeste brasileiro, perdendo, por uma diferença muito pequena, para o PMDB. Mas crescemos em todas as regiões do País, por exemplo: na Região Sudeste, passamos de 55 para 91 prefeituras e vamos administrar cidades muito importantes como Belo Horizonte; Campinas; São José do Rio Preto; Limeira; Marília, essas no Estado de V. Exª; Duque de Caxias; Petrópolis no Rio de Janeiro; Serra, no Espírito Santo e Guarapari, também no Espírito Santo.

Outro dado que gostaria de ressaltar nesse meu pronunciamento é que o PSB também foi o partido de maior percentual de reeleição de seus prefeitos, de seus prefeitos que concorreram à reeleição, mostrando uma avaliação positiva da população brasileira sobre a forma de o PSB governar. Nós reelegemos 71% dos prefeitos do Partido que se candidataram a reeleição, quando média nacional foi pouco maior do que 50%.

Esse é um dado expressivo, e quero aproveitar esse momento para cumprimentar o Presidente da Fundação João Mangabeira, o 1º Secretário do PSB, Dr. Carlos Siqueira, pelo trabalho que vem desempenhando, o qual venho acompanhando há muitos anos, de qualificação das nossas prefeituras. O PSB tem feito seminários com os nossos prefeitos eleitos, nos quais aquelas experiências exitosas em todos os lugares do Brasil são democratizadas, são explicitadas, são debatidas, contribuindo com isso para o sucesso das diversas administrações municipais. 

É importante registrar que nós temos consciência de que cresce a responsabilidade do PSB no plano nacional e nós somos muitos gratos a todas as alianças, a todos os partidos que compuseram as alianças no âmbito municipal.

É importante registrar que um país diverso como o Brasil tem algumas características muito singulares, e muitas vezes as questões municipais ou estaduais prevalecem em relação às questões nacionais. Mas muitas vezes nós somos cobrados por determinadas alianças, mas os mesmos partidos que nos cobram também fazem outras alianças que também poderiam ser questionadas pelos mesmos motivos. Mas eu quero registrar que o PSB foi um Partido que fez muitas alianças, apoiou muitos candidatos do PT nesse segundo turno, Senador Aloysio. Das 17 cidades em que o PT disputou segundo turno, o PSB apoiou em 10 dessas cidades. No entanto, das 7 cidades em que o PSB disputou o segundo turno, nós tivemos o apoio do PT em uma.

Somos parceiros, somos aliados, aliados históricos do Partido dos Trabalhadores e temos um imenso compromisso com o Governo da Presidenta Dilma, como tivemos com o governo do Presidente Lula. E o PSB sempre colocará os interesses do País acima de qualquer interesse individual ou acima de qualquer interesse particular.

Quero, aqui, registrar e reconhecer o papel importante, a liderança importante exercida pelo Presidente Lula. A sua tenacidade, a sua sensibilidade ao perceber o movimento de renovação, a necessidade de renovação na política brasileira e apoiar a candidatura em uma cidade importante, como a cidade de São Paulo, de Fernando Haddad, que foi uma candidatura vitoriosa, porque representa – e representou – a renovação naquele cenário e confirmou a grande liderança política exercida pelo Presidente Lula. 

Aliás, é importante registrar que o PSB foi o primeiro partido a declarar o apoio ao então Ministro Fernando Haddad, ao candidato Fernando Haddad, ainda no início do processo eleitoral. Como também a própria candidatura do Prof. Márcio Pochmann, em Campinas, foi um esforço desenvolvido pelo Presidente Lula de renovação nos quadros do PT, mas ali nós tínhamos um candidato do PSB muito vinculado à cidade, uma pessoa com muitos serviços prestados à cidade, nosso Deputado Federal Jonas Donizette, que alcançou uma brilhante vitória nessa importante cidade de Campinas. 

Quero registrar, também, a importância da vitória de todos os partidos aliados, e algumas importantes vitórias também do PT. É importante ressaltar que os dois partidos que cresceram nessas eleições foram o PSB e o PT, o PSB mais do que o PT, proporcionalmente, tanto em número de prefeituras, como em número de eleitores, mas o PT também cresceu e, na minha opinião, por uma avaliação positiva da população em relação ao desempenho da Presidenta Dilma Rousseff. 

Há um reconhecimento das transformações que vem sendo implementadas no Brasil, ao longo dos últimos anos, que foram iniciadas no governo do Presidente Lula, que estão sendo continuadas no Governo da Presidenta Dilma e que sempre contaram com o apoio do PSB, um partido leal, um partido que jamais constrangeu o Governo, que jamais trocou o seu apoio político por cargos, ou por qualquer outro tipo de barganha, mas que sempre colocou os interesses da Nação acima de qualquer interesse pessoal ou partidário – e está aí também o reconhecimento da população brasileira. 

Somos muito gratos a todos os apoios que recebemos, a todas as alianças que fizemos. Somos gratos ao Senador Aécio Neves, que apoiou vários candidatos do PSB em diversas cidades brasileiras. 

E o PSB, ao fazer isso, reconhecendo o que há de positivo nas diversas forças políticas nacionais, também mostra uma forma diferente de fazer política, uma forma de saber reconhecer o mérito das forças políticas, porque todas elas têm os seus méritos e têm os seus defeitos, e nós precisamos saber reconhecer e saber nos posicionar. 

Quero aqui registrar, com muita alegria, que tive a oportunidade, ao longo desse segundo turno, de viajar, de participar da campanha em algumas cidades e capitais brasileiras, como Porto Velho, como Cuiabá, como Campinas, como Uberaba, acompanhando o Presidente Eduardo Campos, que, sem dúvida alguma, pelo desempenho do PSB, passa a ter uma importância maior no cenário nacional. Não tenho dúvida de que o resultado eleitoral representa a correção de uma conduta política, de uma direção política exercida pelo Presidente Eduardo Campos e por toda a Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro, de investir no debate político, de investir na qualificação das lideranças e dos prefeitos, de investir na qualificação da nossa militância. 

Quero aqui também fazer um agradecimento e um reconhecimento aos milhares, aos milhões de militantes do Partido Socialista Brasileiro em todo o Brasil, que hoje são a alma do Partido. A alma do Partido é composta pelos milhares, milhões de militantes anônimos, aquelas pessoas que vestem a camisa, que assumem a causa, que levantam as bandeiras socialistas e que – todos eles – estão muito felizes com o resultado que deve ser compartilhado por todos. Ninguém faz política sozinho. Uma vitória como essa não se constrói de forma isolada. Uma vitória como essa se constrói de forma coletiva.

Temos imensos desafios pela frente, sabemos a dificuldade por que passam as prefeituras no Brasil, os governos estaduais, o País precisa retomar um ambiente de crescimento, precisa retomar o crescimento com inclusão social, com distribuição de renda. Precisamos intensificar aquelas políticas que estão sendo adotadas no País corretamente, corrigir as que não estão corretas, para ampliar o processo de desenvolvimento sustentável, ampliar as conquistas da população brasileira. 

Ouço, com alegria, o Senador Cristovam Buarque. 

O Sr. Cristovam Buarque (Bloco/PDT – DF) – Senador Rodrigo Rollemberg, seria ótimo a gente poder ter mais tempo para analisar tudo isso que aconteceu, inclusive os vencedores e os que não venceram, para a gente saber o que está faltando de sintonia de cada partido com os eleitores. Aliás, o Presidente Fernando Henrique fez uma fala sobre isso ou um artigo, em que ele dizia que não há como fazer política se não estiver sintonizado com o eleitor. Agora, eu gosto de dizer também o seguinte: e nem vale a pena fazer política se não estiver sintonizado com o futuro da nação. Porque o eleitor, o seu interesse é imediato, se fosse o interesse de longo prazo, a gente nem precisava disso aqui, hoje se fazia todo o processo de gestão política por meio da Internet. Nós precisamos refletir sobre o futuro. Temos que ter lucidez para sintonizar cada candidato com aquilo que o eleitor quer para o imediato e convencer o eleitor a votar também em uma proposta de para onde vai a cidade, o estado, o país no futuro. Está faltando isso hoje em todos nós. Nós de repente caímos na camisa de força do marketing, que é preparado com base na pesquisa de opinião e deixamos de ter os discursos que antigamente se chamavam ideológicos, chamemos para o futuro. Mesmo as campanhas para prefeito, no passado, e para vereador tinham uma carga ideológica de proposta para o futuro. Você sabia quem era de um lado ou de outro, fosse capitalista ou socialista. Não tem mais isso, mas tem sim ainda se você quer uma sociedade que priorize mais escola do que viaduto, e o eleitor prefere para hoje viaduto porque ele está sofrendo no trânsito; ele prefere para hoje cadeia a colégio porque ele está sofrendo a violência. A grande capacidade do estadista é casar um com outro. Se ele ficar só com o futuro, ele vira um intelectual, se ele ficar só com o presente, ele vira um político oportunista. E aí quero entrar no PSB. O PSB cresceu muito quantitativamente, mas tem agora uma grande responsabilidade de trazer uma qualidade nova, uma qualidade que muitos dos partidos não estão tendo, se é que algum está tendo. 

E tenho a impressão, Senador Aloysio, e há pouco conversava com o senhor, que a gente precisa conversar independente das siglas às quais pertencemos, de que é um modelo que está se esgotando. Vinte anos da Social Democracia Brasileira, que começa com Itamar, o Plano Real, passa por Fernando Henrique Cardoso, com o Bolsa Escola, chega ao Lula, com o aumento do salário mínimo, e à Dilma, que continua isso. É um mesmo modelo, porque é muito bom, e é isso que fez o Brasil melhorar nesses 20 anos. Quem disser que o Brasil não melhorou está errado, graças a uma unidade de pensamento, mas se esgotou, por quê? Porque são quatro pilares, que começa com Fernando Henrique, aliás, começa antes com o Sarney, com a democracia. É a democracia, é a estabilidade monetária, é a generosidade das Bolsas e é o modelo de crescimento econômico que estão se esgotando não para se acabarem, mas para avançarem.
 
A democracia teria que dar um salto se não se acaba, um salto de ter vacinas contra a corrupção, de ter um financiamento de campanha que não faça com que os eleitos sejam os que têm mais dinheiro, acabar com o poder do marketing sobre as ideias. Tem que haver uma reforma no processo eleitoral e político, senão nós esgotamos a estabilidade monetária. A inflação este ano corre o risco de saltar além da banda de 2% acima dos 4,5%, que se prevê, e, no ano passado, ficou em 6,5%, que provavelmente foi de alguma manipulaçãozinha, porque, senão, ia dar mais. Tem que haver uma reforma que controle os gastos com a melhoria de gestão do Estado, senão a estabilidade monetária não se mantém. As Bolsas – e eu fico à vontade por ter sido um dos que criou e o Fernando Henrique levou para o Brasil – têm que dar lugar a um processo de emancipação do povo.
 
A gente não pode fazer a campanha de 2014 vendo quem dá mais Bolsa, e, sim, quem é capaz de definir que, em 20 anos, ninguém vai mais precisar de Bolsa para sobreviver. E, finalmente, o modelo econômico. A gente está esgotando, aliás, a prova são as pequenas taxas de crescimento e, a saída, o subsídio à indústria automobilística. Tem que ter um modelo econômico que leve em conta o meio ambiente, que leve em conta a alta tecnologia, que nós não temos, não produzimos. A nossa economia, o nosso modelo é de produzir, fabricar, e não de criar, inventar. O made in Brazil tem que ser substituído pelo created in Brazil. E para isso precisa-se de alta tecnologia. E terceiro, tem que ser distributivo. O nosso modelo é concentrador. Obriga o Estado a cobrar impostos para distribuir nas Bolsas. 

Tem que ser um modelo distributivo dentro dele mesmo. Fabricar ônibus é distributivo; carro, concentrador. Então, temos que juntar para fazer essa inflexão em 2014, pelo menos no discurso. Nesse ponto, o PSB tem uma grande responsabilidade pelo seu crescimento e pela figura do seu Líder, Eduardo Campos, que essa semana mereceu três páginas, na revista The Economist. (Pausa.)
 
Você começa a se preocupar. (Risos.) Eu, não. Começo a me entusiasmar, porque é uma figura que está criando uma dimensão tal que começam a olhar de longe para ele. Tem uma responsabilidade muito grande. Essa responsabilidade vai exigir um discurso que até aqui nem o PSB, nem os outros estão fazendo. Não é uma crítica ao PSB. É um reconhecimento do nosso fracasso de políticos. Também, da mesma maneira que esses 20 anos não foram siglas, unimos todos, porque... Sinceramente, não têm grandes diferenças.
 
As diferenças são de estilo, no que se refere ao controle da imprensa ou não, mas, do ponto de vista dos pilares, foram os mesmos quatro. Precisamos fazer uma inflexão, que não é repudiar nenhum desses, mas fazer com que se consolidem e continuem avançando, e não presos ao passado. O PSB tem uma responsabilidade hoje talvez maior do que os outros partidos, porque é um que chega ao lado de dois grandes, ou melhor, três – PSDB, PMDB e PT – com um passado socialista, e tem que trazer isso para o futuro, o novo socialismo, ou outra palavra. Por mim, não fico preso à palavra "socialismo”. O PSB tem uma grande responsabilidade e espero que ele saiba agarrar essa vitória quantitativa e transformá-la em uma vitória qualitativa; agarrar essa vitória eleitoral e transformá-la em uma vitória política e histórica.

O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Muito obrigado, Senador Cristovam Buarque. V. Exª sempre com suas provocações instigantes. 

Quero aproveitar aqui também, em nome do PSB, para agradecer a V. Exª todo apoio a várias candidaturas do PSB. Tivemos oportunidade de irmos juntos a Cuiabá e participarmos da vitória do nosso candidato, Mauro Mendes, apoiado pelo Senador Pedro Taques, pelo Senador Blairo. Também V. Exª esteve em Recife, na campanha do nosso candidato Geraldo Júlio. 

Senador Cristovam, realmente esse debate é de interesse do País. É claro que, no âmbito da limitação dos Estados, algo que vem sendo realizado em Pernambuco demonstra uma visão nova de fazer política. Vou dar um exemplo de um programa para V. Exª, que é um grande entusiasta da educação, da necessidade de investimento em educação. 

O Governo de Pernambuco está enviando mil jovens para o exterior, com tudo pago pelo Estado, para que possam viver em cidades importantes, estudar em universidades importantes, para trazerem conhecimento, dentro da perspectiva inovadora, e para que possam semear a inovação nas comunidades. São filhos de vaqueiros, são filhos de pescadores, são filhos de trabalhadores rurais, enfim, gente muito simples, mas cujos filhos estão tendo oportunidade. 

Eu, outro dia, ouvi o relato de um caso. Peço mais dois minutos, Sr. Presidente, só para concluir, porque é realmente extremamente emocionante. Um desses meninos estava indo para o exterior, acompanhado pelo professor, e pediu licença ao piloto do avião para dizer o que ele estava indo fazer no exterior. E relatou, em inglês, o que estava indo fazer no exterior, qual era o programa que estava lhe permitindo isso, e, no final, pediu licença para, não podendo abraçar o Governador Eduardo Campos, abraçar o professor, para, abraçando o professor, abraçar o Governador, como reconhecimento pelo programa.

São programas inovadores, importantes, que abrem um novo horizonte, uma nova perspectiva para as crianças brasileiras, como outros programas que estão sendo desenvolvidos naquele Estado e em outros Estados administrados pelo PSB, em cidades administradas pelo PSB, o que faz que tenhamos muito orgulho. Nas últimas pesquisas realizadas pelos diversos institutos de pesquisa do Brasil, entre os três governadores melhor avaliados, estão dois do PSB, e entre os melhores prefeitos do Brasil, o primeiro lugar também é do PSB.

Tenho certeza de que investimento em gestão, na qualidade da gestão, propiciando cidades melhores, cidades pacificadas, cidades com educação e com saúde melhor é o que quer a população brasileira.

E a população brasileira expressou de forma contundente o seu reconhecimento ao PSB. E aqui, mais uma vez, cumprimento todos os eleitos, cumprimento todos os que disputaram eleição e não tiveram sucesso, mas cumprimento de forma muito especial todos os militantes do Partido Socialista Brasileiro. É deles a maior responsabilidade pela nossa vitória nas urnas.

Muito obrigado.

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