*/ Senador de Bras?lia:33 anos da comunidade católica Canção Nova
 
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Atualizado em :27/09/2011
33 anos da comunidade católica Canção Nova
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco/PSB – DF) – Sr. Presidente Senador José Sarney; Sr. Senador Antonio Carlos Valadares, a quem quero cumprimentar pela iniciativa desta sessão; Senador Gim Argello; Sr. Wellington da Silva Jardim, cofundador da comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II; Srª Luzia Santiago, cofundadora da comunidade Canção Nova e Vice-Presidente da Associação Privada Internacional de Fiéis; prezado Deputado Eros Biondini; prezado amigo Deputado Gabriel Chalita; prezado Reverendíssimo Padre George Tarja, representando o Arcebispo de Brasília, Reverendíssimo Sr. Dom Sérgio da Rocha; prezadas Senadoras e Senadores; prezados convidados que nos honram hoje com sua presença no plenário do Senado, junto-me a todos os que neste Senado Federal e pelo Brasil afora se irmanam na sincera homenagem à comunidade Canção Nova, pela passagem dos seus 33 anos de fecunda existência.

Começo a lembrar que esta sessão se justifica, basicamente, por duas razões essenciais: a primeira delas diz respeito à presença católica na formação histórica de nosso País. Sabemos todos que a partir das caravelas portuguesas que para aqui vieram e, sobretudo, a partir do momento em que a metrópole decidiu-se pela efetiva colonização de suas terras americanas, a presença desses religiosos tornou-se permanente e profunda a sua atuação. Não há, pois, como dissociar nossa formação histórico-cultural da influência exercida pela Igreja Católica ao longo dos séculos.

A segunda razão, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, senhoras e senhores convidados, que nos honram com sua presença, concentra-se na própria Canção Nova. Em verdade, a semente lançada pelo Monsenhor Jonas Abib há mais de três décadas, frutificou, expandiu-se e passou a agir em várias direções, mas tendo sempre por norte a finalidade que lhe dá sentido e é sua própria razão de existir: a evangelização.

Sr. Presidente, creio que a Comunidade Canção Nova nasceu para preencher uma lacuna, em meio ao turbilhão de incessantes transformações da vida moderna, da recorrente busca da realização material e do constante apelo ao individualismo narcisista, sobreveio uma espécie de vazio espiritual.

A crise dos valores tradicionais que não mais se coadunavam com a inovadora realidade impulsionada pelo notável desenvolvimento científico e tecnológico acaba por fazer do homem o depositário natural de angústias e medos, algo capaz de fazê-lo sentir-se profundamente só em meio à multidão.

Penso que a Canção Nova veio oferecer sábia resposta a esse mal-estar da civilização. Seu crescente número de adeptos, seguidores e colaboradores, é a prova maior de que a disseminação da Boa Nova, nos moldes em que ela atua, encontrou terreno fértil.

Estou convencido de que a busca da transcendência impele milhões de fiéis a entender a assimilar a mensagem da Canção Nova. Acredito residir neste ponto o êxito da Canção Nova. Além da inspiração divina, que certamente e sempre a acompanha, ela busca atingir os corações, a partir da eterna sabedoria bíblica, e o faz nas condições proporcionadas pelo mundo contemporâneo.

Justamente por isso a Canção Nova utiliza-se dos modernos meios de comunicação de massa, cuja linguagem domina com perfeição. Ao oferecer produtos de elevada qualidade, cuja elaboração denuncia profundo esmero profissional, atinge, conquista e cativa um público fiel, sedento da palavra e pronto a aproximar-se do Pai e reconciliar-se com o Ele.

Que a Canção Nova continue a sua abençoada caminhada, ao ser elevada à condição de Associação Internacional de Fieis. Mediante o reconhecimento pontifício do Vaticano, a comunidade viu-se prestigiada pelo comando da Igreja.

Ao difundir rápida e profundamente pelos mais diversos rincões da Pátria, ela recebe o reconhecimento dos milhões de brasileiros, homens e mulheres que almejam a paz e anseiam pela Luz que emana dos céus. Afirmo que, 33 anos depois, o Monsenhor Jonas Abib pode olhar para trás e concluir que a conclamação de D. Antônio Afonso de Miranda Faça alguma coisa foi fielmente cumprida.

Assim, só me resta desejar vida longa à Canção Nova!

Muito obrigado.
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