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Atualizado em :18/11/2013
O Parque Nacional de Brasília e o novo Banco de Germoplasma da Embrapa
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, eu subo à tribuna na tarde de hoje, com muita alegria, para fazer dois registros de duas ações de minha atividade parlamentar que, representando o Distrito Federal, realizei na semana passada.

Em primeiro lugar, quero registrar uma visita que fiz, acompanhado do Presidente do ICMBio, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, Roberto Vizentin, ao Parque Nacional de Brasília, uma das unidades de conservação mais importantes do Cerrado brasileiro, a maior unidade de conservação do Distrito Federal, que está localizado num ponto estratégico, porque mantém uma área de 60 mil hectares de cerrado preservado em plena Capital da República, mostrando a visão de Juscelino Kubitschek quando criou aquela unidade de conservação, e onde está a Barragem de Santa Maria, que abastece um terço da população do Distrito Federal.
 
Mas ali, no Parque Nacional de Brasília, também funciona a Água Mineral, um dos lugares de entretenimento e lazer mais visitados pela população do Distrito Federal. Todos sabem que o Distrito Federal tem um clima muito seco, especialmente em determinadas épocas do ano, e é ali, na Água Mineral, que a população vai se refrescar da secura.
 
Eu fui lá – e agradeço a participação, o pronto-atendimento do Presidente da ICMBio – a convite a Associação dos Amigos e Usuários do Parque Nacional Brasília. Há muita gente, Senador Ricardo Ferraço, que é apaixonada pelo Parque Nacional de Brasília, que o freqüenta há 30 ou 40 anos e que estava extremamente preocupada com informações truncadas, que levaram à dúvida de que as portas do Parque Nacional de Brasília poderiam ser fechadas à visitação pública.

Por quê? Em primeiro lugar, porque vários contratos de terceirização estão sendo encerrados e haveria vigilantes, não haveria atendentes para atender à população do Distrito Federal. Além disso, uma das piscinas – nós temos duas grandes piscinas na Água Mineral – está fechada para reforma já há quase oito meses, sem que a reforma tenha sido iniciada, e as atividades de atendimento à população estão suspensas.

Nós fomos ali com os usuários do parque, os amigos do parque e o Presidente do ICMBio com o objetivo de unirmos esforços no sentido de resolver a questão. Em primeiro lugar, é importante registrar que é do Distrito Federal – e o Governo do Distrito Federal deveria ter sensibilidade para isso – a responsabilidade de compartilhar os recursos para a recuperação, para a manutenção daquela unidade de conservação, porque ela é um dos principais atrativos turísticos de Brasília, e, certamente, uma vez que Brasília vai sediar um evento internacional como a Copa do Mundo, muitos turistas internacionais vão querer conhecer o bioma Cerrado, e a forma mais fácil de conhecê-lo é através do Parque Nacional de Brasília.
 
Por que falo da responsabilidade do Governo do Distrito Federal? Porque ali tem um empreendimento, o empreendimento Noroeste, um empreendimento imobiliário de apartamentos muito caros, que prevê, na compensação ambiental do empreendimento, que uma parte significativa de recursos deve ser dirigida ao Parque Nacional de Brasília. Porém, pela informação do ex-Secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Gustavo Souto Maior, um dos amigos do Parque Nacional de Brasília, isso não está sendo respeitado pela Terracap.
 
Portanto, aqui vai um alerta ao Governo do Distrito Federal e, ao mesmo tempo, ao Governo Federal de que eles precisam se entender para viabilizar, para efetivar essa compensação ambiental tão importante para o Parque Nacional de Brasília.
 
Quero dizer, Senador Ricardo Ferraço, que fui lá com muito interesse, porque eu também sou autor de uma emenda de R$1 milhão para investimentos no Parque Nacional de Brasília, especialmente na Água Mineral, o que farei este ano novamente, pela importância desse Parque.

Mas há uma preocupação porque uma piscina, como eu disse, foi interditada há quase oito meses e a obra ainda não foi iniciada. Então, o que nós combinamos nessa visita? Nós combinamos que, nesta quarta-feira, nós retornaremos para uma reunião de trabalho lá no Centro de Visitantes do Parque Nacional de Brasília, novamente acompanhados do Presidente do ICMBio e da sua equipe técnica, para que ele apresente um relatório sobre a aplicação dos recursos dessa emenda parlamentar e de outros recursos de investimentos recebidos pelo Parque Nacional de Brasília e, ao mesmo tempo, apresente um cronograma de investimentos e de compromissos do ICMBio com o Parque Nacional de Brasília.

Também ficamos mais tranquilos porque o Presidente reconheceu que há um processo de transição, de encerramento de vários contratos de terceirização, mas que não haverá, em hipótese alguma, interrupção das atividades da Água Mineral e do Parque Nacional de Brasília, interrupções nos processos de visitação, e tampouco haverá qualquer interdição para reforma da piscina que está funcionando antes que a outra seja liberada. Ficamos tranquilos em relação a isso e queremos conhecer todo o cronograma de investimentos do Parque Nacional de Brasília.

Vou ocupar esta tribuna em outro momento para tratar da situação dos parques nacionais de todo o Brasil, porque, Senador Ricardo Ferraço, me parece pouco inteligente que o Governo Federal não invista de forma adequada na infraestrutura desses parques, porque isso é um patrimônio fantástico, não apenas do ponto de vista da preservação da imensa biodiversidade que nós temos no País, mas é também um grande instrumento para a promoção do turismo ecológico, do turismo ambiental, do turismo cultural. Portanto, nós precisamos articular a melhoria dos nossos parques nacionais com uma política nacional de turismo.

E creio, tenho convicção de que o Distrito Federal poderia se tornar um piloto no sentido de mostrar qual a melhor forma de administrar os parques brasileiros, até porque nós temos aqui uma associação dos amigos do Parque bastante engajada.

Portanto, aqui, quero agradecer o convite da Associação dos Amigos e Usuários do Parque Nacional de Brasília; quero agradecer a atenção do Presidente do ICMBio por prontamente atender o nosso convite e fazer essa visita e, mais ainda, por essa reunião de trabalho, marcada para a próxima quarta-feira, em que ele prestará contas dos investimentos já realizados no Parque Nacional e, ao mesmo tempo, apresentará um cronograma de novos investimentos.

Mas quero também registrar, Senador Ferraço, logo em seguida, uma outra visita que fiz que me deixou profundamente emocionado. É muito bom, nessa nossa trajetória política, quando percebemos o fruto do nosso esforço dar um resultado que é bom para o Brasil e que não apenas será bom para esta geração, mas especialmente será bom para as futuras gerações. Eu estou me referindo à visita que fiz às novas instalações, que estão para ser inauguradas – serão inauguradas pela Presidenta Dilma –, do novo Banco de Germoplasma da Embrapa. Todos aqui no Distrito Federal ou quase todos – certamente todos aqueles que trabalham na Embrapa – sabem do meu profundo compromisso com essa instituição, que honra e que orgulha os brasileiros.
 
Eu tenho dedicado grande parte das minhas emendas ao fortalecimento da Embrapa. Orgulho-me muito de ter contribuído para a construção do centro da Embrapa Agroenergia, que hoje – dizia-me o Presidente outro dia – já está fazendo pesquisas muito avançadas em química fina, além das quatro plataformas de etanol, de biodiesel, de florestas energéticas e de biomassa desenvolvidas por aquela unidade. Eu tenho apoiado uma vitrine da Embrapa da tecnologia de integração lavoura-pecuária-florestas e diversos outros investimentos importantes para essa instituição, que é um exemplo para os brasileiros.
 
Mas eu quero registrar a minha emoção naquela visita singela, a convite do Chefe-Geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, conhecido como Cenargen, Sr. Mauro Carneiro, que estava acompanhado, na ocasião, do Dr. Ladislau Martin Neto, Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento. Tive a honra de conhecê-lo como Secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social e Presidente do Fundo Setorial do Agronegócio, quando ele era chefe da Embrapa Instrumentação, em São Carlos, um dos centros mais fantásticos da Embrapa, onde se desenvolvem tecnologias de agricultura de alta precisão, com muita eletrônica embarcada, realmente é um setor portador de futuro, está na ponta do desenvolvimento tecnológico, acompanhado também da assessora da Presidência e da assessora legislativa Cynthia Curi, sempre muito atenciosa.

Por que fiquei muito emocionado, Sr. Presidente? Primeiro, o chefe da Embrapa descreveu – e eu nem mais me lembrava disso – o dia que ele me ligou solicitando o meu apoio como parlamentar do Distrito Federal. Estava de férias com a minha esposa e filhos, em Canoa Quebrada, no Ceará, um lugar que gosto muito desde a minha juventude, onde ali vivi momentos muito preciosos da minha vida. E disse a ele naquele momento que estava de férias, mas que, logo ao chegar a Brasília, eu o procuraria. Ele pediu, então, naquela ocasião, apoio para a construção de um novo Banco de Germoplasma da Embrapa.

Naquela ocasião coloquei – e era o coordenador da bancada do Distrito Federal – para que a bancada pudesse apresentar uma emenda de bancada, mas como os valores não eram tão expressivos, a bancada optou não fazê-lo, mas, a partir dessa articulação, vários parlamentares associados apresentaram emendas para a construção desse banco de germoplasma.
 
Faço questão de citar o nome deles aqui: eu a apresentei, procurando os parlamentares, mas o Deputado Augusto Carvalho, o Deputado Jofran Frejat, o Deputado Tadeu Filipelli, o Senador Adelmir Santana, o Senador Cristovam Buarque e o Senador Gim Argello, todos da legislatura passada. Foi, assim, uma soma desses recursos – e coloquei um volume um pouco maior – que permitiu que a Embrapa pudesse fazer esse verdadeira Arca de Noé, que é o banco de germoplasma.

É importante registrar que, hoje, o Banco de Germoplasma da Embrapa armazena somente sementes e tem uma capacidade de armazenagem de 250 mil sementes – amostras de sementes. Com esse novo banco de germoplasma, poderá ampliar a sua capacidade para 750 mil amostras de sementes. Mais do que isso: além da possibilidade de guardar recursos genéticos vegetais, poderá fazê-lo também em relação a recursos genéticos animais e também a micro-organismos, o que significa um grande avanço. Todos esses materiais genéticos são guardados a temperaturas inferiores a -20ºc.
 
É importante registrar, Senador Paulo Paim, que esse banco de sementes já é o maior do Brasil e o maior da América Latina, e que, hoje, tem 120 mil amostras de sementes de cerca de 670 espécies, sendo a maior parte de importância para a alimentação.
Como disse, as sementes estão conservadas em câmaras frias a vinte graus abaixo de zero, onde podem permanecer por até cem anos, desde que sejam feitos testes periódicos para avaliar a sua capacidade de germinação.
 
O banco, Senador Ferraço, funciona como um backup de todos os bancos de conservação mantidos pela Embrapa nas diferentes regiões brasileiras, o que o torna um manancial genético à disposição de cientistas para o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias com características de interesse da sociedade.
 
Mas, como disse, a partir de agora, esse banco genético abrigará não apenas recursos vegetais, mas também recursos genéticos animais através de bancos de conservação de sêmen, de embriões, de DNA e de tecidos. A conservação e o uso desses recursos genéticos animais já é uma das prioridades da Embrapa Recursos Genéticos desde a década de 80.
 
Nós, inclusive, aqui, no Distrito Federal, na Fazenda Sucupira, temos amostras de alguns desses animais valiosos do ponto de vista genético que a Embrapa está guardando, seja pelo seu valor genético, seja pela sua resistência. E foi aqui que foi desenvolvido o primeiro clone animal, através daquela bezerra Vitória, que nasceu a partir de experimentos desenvolvidos aqui pela Embrapa Recursos Genéticos.
 
Como outros exemplos de recursos genéticos animais que vêm sendo preservados pela Embrapa, temos a ovelha crioula Lanada, que hoje é reconhecida pela Associação Brasileira de Ovinos; o bovino crioulo Lajeano, de Santa Catarina, além de várias outras espécies como o curraleiro pé-duro.
 
Mas também, Senador Alvaro Dias, nesse banco de germoplasma, serão preservados micro-organismos, nessa verdadeira Arca de Noé que é esse banco de germoplasma. Aí, nós temos diversas estirpes, diversos tipos inativos de micro-organismos, que serão, certamente, utilizados pela comunidade científica em diversos programas de pesquisa.
 
Isso tem uma importância enorme, porque essas coleções mantêm espécies com alto potencial de controle biológico de pragas e insetos vetores de doenças; enfim, o controle biológico de pragas e a produção de bioinseticidas poderão se desenvolver bastante através desses micro-organismos armazenados pela Embrapa.
 
Também, Senador Paulo Paim, impressionou-me muito uma fábrica de nitrogênio líquido, que vai suprir toda a necessidade de nitrogênio líquido da Embrapa – que gasta em torno de R$180 mil por ano em nitrogênio líquido – e que vai, ainda, ofertar nitrogênio líquido para o mercado do Distrito Federal e o mercado nacional.
 
É importante registrar que o nitrogênio é captado da própria atmosfera e é transformado em nitrogênio líquido, sendo mais uma grande conquista da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
 
Eu faço este registro para cumprimentar os parlamentares que tiveram essa sensibilidade, mas para demonstrar, também, como algumas emendas parlamentares bem aplicadas podem contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico e para a garantia de uma melhor qualidade de vida para o conjunto da população brasileira.
 
E digo isso porque o que a Embrapa está fazendo é da maior importância para um país com as características do Brasil, que tem no agronegócio uma atividade econômica responsável por uma parcela grande, expressiva do Produto Interno Bruto, e emprega muita gente.
 
Essa é a demonstração de que, a partir desse material genético, nós poderemos desenvolver novas tecnologias, novos produtos que possam garantir que o Brasil amplie muito a sua produção através do aumento da produtividade, sem precisar avançar sobre novas áreas de biomas preservados. Esse é o nosso grande desafio.
 
Eu tenho dito, Senador Paulo Paim, Senador Alvaro Dias, que a dupla Eduardo Campos e Marina Silva – e quero me referir a isso detalhadamente num outro momento – representam para o Brasil o binômio inovação e sustentabilidade. E eu diria que essas duas palavras vão reger os próximos decênios no Brasil.
 
Inovação. Inovação nos processos administrativos, inovação na educação, inovação na produção de novas tecnologias, inovação que vai garantir aumento da produtividade, inovação na agricultura, porque o segmento moderno do agronegócio, vinculado aos institutos de pesquisas, às universidades, poderão produzir – e já estão produzindo, já avançaram bastante – uma verdadeira revolução no País nos próximos anos, ampliando muitíssimo a produção através do aumento da produtividade, sem precisar avançar sobre novas áreas de biomas preservados.
 
E isso tem uma vinculação muito forte com o conceito de sustentabilidade, porque nós estamos falando aqui no banco de germoplasma como uma verdadeira Arca de Noé, e é importante registrar que nós temos outros bancos de germoplasma, muito maiores, infinitamente maiores, oferecidos pela natureza no País, com essa biodiversidade fantástica que tem o Brasil. Em torno de 20% da biodiversidade mundial, seja animal, vegetal ou de micro-organismos, segundo se estima, está no Brasil.
 
Então, imaginem o que representa o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico da utilização sustentável dessa biodiversidade, o que significa para ampliar os nossos índices de produtividade, para agregar valor a nossa produção, para a produção de alimentos funcionais, da nutracêutica, dos fármacos e, ao mesmo tempo, o que significa garantir a sustentabilidade para que o nosso crescimento seja feito de forma generosa. Ou seja: ao mesmo tempo em que distribui os benefícios para todos desta geração, todos que vivem este momento presente da história, especialmente, também, as populações tradicionais, as populações indígenas, as populações ribeirinhas, que são os guardiões da nossa biodiversidade; poderá, como disse, de forma generosa, ofertar um futuro melhor para as brasileiras e brasileiros que, sequer, nasceram, mas que têm todo o direito de ter um mundo melhor.
 
E o que vai propiciar um mundo melhor para essas brasileirinhas e brasileirinhos que ainda não nasceram é a inovação tecnológica, é a educação, é o desenvolvimento do conhecimento, é o desenvolvimento de novas tecnologias que nos permitam ampliar a nossa produtividade e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade. Não adianta nada crescer se estivermos destruindo aquele patrimônio coletivo, que é a nossa natureza, que é o País onde vivemos, que são nossas águas, nosso solo, nosso ar.
 
Portanto, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, eu quero aqui, mais uma vez, parabenizar a Embrapa e dizer que fico muito feliz quando destino parte das minhas emendas parlamentares para ela, porque tenho a convicção de que elas serão bem utilizadas. E os beneficiários dessa utilização não são apenas a geração presente – é ela também –, porque, hoje,...
 
(Soa a campainha.)
 
O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (Bloco Apoio Governo/PSB - DF) – ...o desenvolvimento tecnológico nos permite garantir benefícios já, imediatos, mas também oferta uma expectativa de futuro muito melhor para aqueles que ainda não nasceram: nossos netos, nossos bisnetos, enfim, todos aqueles que virão depois de nós e que têm direito a conhecer um Brasil melhor do que o que nós conhecemos.
 
Portanto, fica aqui o registro dessa atividade no Parque Nacional de Brasília e o registro dessa visita à Embrapa. Coincidentemente, Senador Paulo Paim, eu me referi aqui ao binômio inovação e sustentabilidade. Nem me dei conta de que essa agenda de visita a um templo da ciência brasileira, que é a Embrapa, e, ao mesmo tempo, ao Parque Nacional de Brasília, que é uma das maiores mostras do Cerrado, faz uma ligação muito forte com esse binômio inovação e sustentabilidade, que é o binômio que, no meu entendimento, vai reger o Brasil nos próximos decênios.
 
Muito obrigado, Sr. Presidente.
Fonte:
 
 
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