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Atualizado em :17/06/2010

A prioridade é cuidar das pessoas

Desde o primeiro momento, o Partido Socialista Brasileiro, na Câmara dos Deputados, participou do acordo que viabilizou a aprovação do reajuste de 7,71% para os aposentados e pensionistas

O presidente Lula, com a sanção do reajuste de 7,71% para os aposentados e pensionistas que ganham acima de 1 salário mínimo, confirma aquela que sempre foi a prioridade do seu governo: garantir uma vida melhor para todos os brasileiros. A liderança do Partido Socialista Brasileiro, na Câmara dos Deputados, participou desde o primeiro momento do acordo que viabilizou a aprovação desse índice no Congresso Nacional.

Nunca é demais lembrar que o reajuste concedido nada mais é que um ato de justiça e reconhecimento por aqueles que dedicaram sua vida ao trabalho e ao desenvolvimento da nação e que, na fase da vida em que se encontram, necessitam da atenção e do respeito por parte do Poder Público e de toda a sociedade.

Nunca é demais lembrar, também, que o dinheiro correspondente a esse reajuste irá todo para o consumo, não só dos aposentados e pensionistas, mas de inúmeras famílias que esses brasileiros ajudam a sustentar; consequentemente, esse dinheiro atuará como fator de estabilidade macroeconômica e de confiança empresarial, na medida em que garantirá mercado consumidor para uma série de produtos'; atuará, pelo mesmo motivo, como fator de incremento dos investimentos produtivos, uma vez que o aumento do consumo demandará aumento da produção.

Mais importante que tudo isso, que já constituiria argumento suficiente para defender o reajuste de 7,71% nas aposentadorias e pensões, há uma outra discussão, de caráter mais profundo e estratégico: não faz sentido discutir a legitimidade ou não desse reajuste sem que se coloque em discussão todo o modelo macroeconômico que organiza atualmente a economia brasileira.

A esse respeito, é preciso que fique claro: não é o reajuste das aposentadorias e pensões o vilão das contas públicas; são, sim, os juros que pagamos aos especuladores, pior herança do modelo que estamos, gradativamente, transformando. É certo, como tem destacado com toda a propriedade a ex-ministra Dilma Rousseff, que não é possível nem desejável mudar as regras do jogo da noite para o dia, por meio de uma penada autocrática. Tampouco é legítimo adotar um discurso fácil e de ocasião que o candidato da oposição tem utilizado, em favor da mudança do modelo macroeconômico do país.

Se é tão fácil modificar o modelo macroeconômico, por que é que, quando foi governo, a atual oposição não o modificou? Por uma razão muito simples: foi essa mesma oposição que implantou esse modelo, que, se teve o mérito de deter inflação, teve o defeito imperdoável de privilegiar os especuladores financeiros. 

O governo Lula iniciou uma grande virada socioeconômica, aumentando radicalmente a renda dos menos favorecidos, ampliando os investimentos produtivos e contribuindo para que se estabeleça uma tendência de queda na taxa básica de juros, que, na época do governo anterior, se encontrava em níveis estratosféricos.

Quem reúne as condições de implementar plenamente esse novo modelo é quem iniciou essa grande virada. Nos últimos dias, o PSB e diversos outros partidos decidiram que, a partir de julho, trabalharão juntos para eleger Dilma Rousseff presidente do Brasil. Em suas declarações de pré-candidata, a mensagem da ex-ministra é a mesma do presidente Lula: a prioridade é cuidar das pessoas.

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