Nas democracias, o povo escolhe os seus governantes, participa das decisões que afetam o destino coletivo e, dessa forma, torna-se senhor de seu destino. Nas democracias representativas, os eleitores elegem aqueles que decidem em seu nome. Se essas decisões forem boas, justas e adequadas às aspirações comuns, elas contribuem para o progresso e o aperfeiçoamento das instituições. Quando insuficientes ou inadequadas, ainda resta o apelo à democracia direta, através dos instrumentos que a Constituição brasileira assegura aos cidadãos: (I) plebiscito, (II) referendo e (III) iniciativa popular.
Os que são filiados aos partidos políticos têm a possibilidade de influenciar suas decisões e deles servir-se para pleitear sua atuação em favor das crenças, aspirações e valores que cada um cultiva. Se não for tem, mais que o dever, a obrigação de exigir de seus representantes, ou das instituições a que pertencem, a defesa dos postulados democráticos, sem os quais as democracias não sobrevivem
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